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A | B
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| U
| V
| X
| Z
A
ABERTURA
DE CAPITAL - Processo pelo qual a propriedade
de uma empresa fechada é transferida,
total ou parcialmente, para um grande número
de pessoas que desejam dela participar e que
não mantêm, necessariamente,
relações entre si, com o grupo
controlador.
FINEP - Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
AÇÃO
ESCRITURAL - Ação que não
é representada por um certificado físico,
mas sim por um extrato de instituição
financeira autorizada a gerenciar a custódia
de ações.
FINEP - Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
AÇÃO NOMINATIVA - Ação
que identifica o nome de seu proprietário.
Sua transferência deve ser registrada
em um livro da empresa denominado Livro de
Registro de Ações Nominativas.
FINEP - Projeto Inovar :
Glossário. Capturado em 10 jul. 2000.
On line. Disponível na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
AÇÃO ORDINÁRIA -Ação
que dá ao seu proprietário o
direito de voto em Assembléia.
FINEP - Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
AÇÃO PREFERENCIAL - Ação
que não dá direito de voto a
seu titular, mas tem preferência no
recebimento de dividendos e, em caso de dissolução
da empresa, no reembolso do capital.
FINEP - Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
AÇÕES ESTRATÉGICAS -
Ações (medidas) que objetivam
a exploração de oportunidades
potencialmente geradoras de resultados.
FINEP - Estabelecimento
de Programas e Ações Estratégicas.
IN: NORMA N-PDEM/03.00/1999.Rio de Janeiro
AGENTES
DE DESENVOLVIMENTO - são os diversos
organismos
públicos e privados que promovem ações
de fomento em áreas de atuação
afins ou complementares àquelas que
são objeto de ação da
FINEP: agências de fomento nacionais
e internacionais, bancos de desenvolvimento,
fundações de amparo à
pesquisa, sistema CNI, IEL, sistema SEBRAE,
organizaçõees setoriais de apoio
técnico, gerencial ou comercial, instituições
financeiras e gestores de fundos de investimento,
sindicatos e associações de
classe.
Política Operacional FINEPa
APERFEIÇOAMENTO DE PROCESSO
- Ver
APERFEIÇOAMENTO
DE PRODUTO - ver
Produto Tecnologicamente Aperfeiçoado
APERFEIÇOAMENTO DE TECNOLOGIA -
ver
Produto Tecnologicamente Aperfeiçoado
AQUISIÇÃO
DE TECNOLOGIA E KNOW-HOW INTANGÍVEL-
Aquisição externa de tecnologia
na forma de patentes,
invenções não patenteadas,
licenças, comunicações
de know-how, marcas registradas, desenhos, padrões e serviços
de computador ou outros serviços científicos
e técnicos relacionados com a implantação
das Inovações PPT, mais a aquisição
de software em pacotes que não estejam
classificados em outra parte.
OECD. Oslo Manual. Paris, OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.10-12.
AQUISIÇÃO DE TECNOLOGIA
TANGÍVEL - Aquisição
de maquinaria e equipamentos com desempenho
tecnológico aperfeiçoado (incluindo
software integrado) ligada às inovações
tecnológicas de produtos ou processos
implantadas pela empresa.
OECD. Oslo
Manual. Paris, OCDE/Eurostat, 1997, cap.3,
pag.10-12.
AQUISIÇÕES
DE CAPITAL - Aquisição de
prédios ou de maquinaria, ferramentas
e equipamentos – sem qualquer melhoria
no desempenho tecnológico – que
sejam necessários para implantação
de produtos ou processos tecnologicamente
novos ou aprimorados, por exemplo, um molde
adicional ou máquina de embalar para
produzir e entregar um aparelho de CD-ROM
tecnologicamente aprimorado.
OECD. Oslo Manual. Paris, OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.10-12.
ARRANJO PRODUTIVO
LOCAL - aglomeração de empresas
definida por
critérios simultaneamente regionais
e setoriais. A ação de fomento
em arranjos produtivos locais busca a construção
de economias externas a cada empresa e internas
à aglomeração. Assim,
as ações da FINEP priorizam
o apoio a projetos cujos resultados produzam
externalidades com aproveitamento coletivo.
Política Operacional FINEPa
ASSISTÊNCIA TÉCNICA - Serviço
permanente de assessoramento e/ou consultoria prestado por pessoas físicas ou
jurídicas envolvendo conhecimentos
técnicos especializados, inclusive
de engenharia de processos, de produtos e
de fabricação, pressupondo vinculação
duradoura entre as partes.
LONGO, W.P. Conceitos
Básicos sobre Ciência e Tecnologia.
Rio de Janeiro, FINEP, 1996. V.1.
ATIVIDADES
DE INOVAÇÃO DE PRODUTOS E PROCESSOS
TECNOLÓGICOS (PPT) - Atividades
de inovação PPT são todos
aqueles passos científicos, tecnológicos,
organizacionais, financeiros e comerciais,
inclusive investimento em novo conhecimento,
que de fato levam, ou pretendem levar, à
implantação de produtos ou processos
tecnologicamente aprimorados. Alguns podem
ser inovadores por si mesmos, outros não
são novos, mas são necessários
para a implantação. As atividades
de inovação PPT de uma empresa
podem ser de três tipos:
bem
sucedidas em levar à implantação
de um produto ou processo tecnologicamente
novo ou aprimorado;
abortadas
antes da implantação de
um produto ou processo tecnologicamente novo
ou aprimorado, seja porque a idéia
e o know-how são vendidos ou de outra
forma trocados com outra empresa, seja porque
o mercado mudou;
correntes
trabalhos em andamento que ainda não
tenham chegado a ser implantados. Tais atividades
podem ser iniciadas para levar a um produto
ou processo novo ou aprimorado específico
ou podem ter alvos mais difusos como no caso
de pesquisa tecnológica básica
ou geral.
Os componentes
e a cobertura das atividades de inovação PPT – a inovação é
um processo complexo, e a escada da atividade
exigida para uma inovação PPT
em uma empresa pode variar consideravelmente.
Por exemplo, o desenvolvimento dentro da própria
empresa de um produto eletrônico radicalmente
diferente e sofisticado para o mercado de
massa envolverá muitas etapas mais
que a introdução de processo
aprimorado resultante de tecnologia incorporada
em uma máquina pré-programada
adquirida para tal fim. As atividades de inovação
podem ser executadas dentro da empresa ou
podem envolver a aquisição de
bens, serviços ou conhecimento de fontes
externas, inclusive de serviços de
consultoria. Assim, a empresa pode adquirir
tecnologia externa de forma corpórea
ou incorpórea.
OECD. Oslo Manual. Paris,
OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.58.
AUDITORIA
- Define-se auditoria como um exame e
/ ou avaliação independente,
relacionada a um determinado assunto, realizada
por especialista no objeto de exame, que faça
uso de julgamento profissional e comunique
o resultado aos interessados (clientes). Ela
pode ser restrita aos resultados de um dado
domínio, ou mais ampla, abrangendo
os aspectos operacionais, de decisão
e de controle.
LA ROVERE, Emílio
Lèbre, coord. Manual de auditoria
ambiental. Rio de Janeiro, Qualitymark
Ed., 2000.
AUDITORIA
AMBIENTAL - É um instrumento usado
por empresas para auxiliá-las a controlar
o atendimento a políticas, práticas,
procedimentos e / ou requisitos estipulados
com o objetivo de evitar a degradação
ambiental. Ela tem despertado crescente interesse
na comunidade empresarial e nos governos,
sendo considerada ferramenta básica
para a obtenção de maior controle
e segurança do desempenho ambiental
de uma empresa, bem como, para evitar acidentes.
A auditoria ambiental, quando publicada (seu
resultado pode ser sigiloso), fornece aos
órgãos ambientais e à
sociedade informações relativas
ao desempenho ambiental das empresas, auxiliando
os órgãos de controle ambiental
no exercício de suas atribuições,
sem eliminar a possibilidade de estes exercerem
a fiscalização e inspeção
da empresa.
LA ROVERE, Emílio
Lèbre, coord. Manual de auditoria
ambiental. Rio de Janeiro, Qualitymark
Ed., 2000.
AUDITORIA
DA QUALIDADE - Exame sistemático
e independente, para determinar se as atividades
da qualidade e seus resultados estão
de acordo com as disposições
planejadas, se estas foram efetivamente implementadas
e se são adequadas à consecução
dos objetivos. A auditoria da qualidade se
aplica essencialmente, mas não está
limitada, a um sistema da qualidade ou aos
seus elementos, a processos, a produtos ou
a serviços. Tais auditorias são
chamadas freqüentemente de "auditoria
do sistema da qualidade", "auditoria da qualidade
do processo", "auditoria da qualidade do produto",
"auditoria da qualidade do serviço".
As auditorias da qualidade são executadas
por pessoas que não têm responsabilidades
diretas nas áreas a serem auditadas,
mas que, de preferência, trabalham em
cooperação com o pessoal dessas
áreas. Um dos objetivos de uma auditoria
da qualidade é avaliar a necessidade
de melhoria ou de ação corretiva.
Não se deve confundir a auditoria com
atividades de "supervisão" ou "inspeção",
executadas com o propósito de controle
do processo ou aceitação do
produto. As auditorias da qualidade podem
ser realizadas com propósitos internos
ou externos à organização.
NBR ISO8402 – Gestão
da qualidade e garantia da qualidade –
Terminologia. Rio de Janeiro, ABNT, jul.1993.
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B
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C
CADEIA
PRODUTIVA - Conjunto de atividades econômicas
que se articulam progressivamente desde o
início da elaboração
de um produto ( inclui as matérias
primas, máquinas e equipamentos, produtos
intermediários...) até o produto
final, a distribuição e comercialização.
Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio - MDIC
CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA-
Significa a aquisição de
capacidade de inovar, através principalmente
do domínio das tecnologias em uso.
É o estágio prévio e
necessário para a ocorrência
da inovação. Deve ser o
objetivo principal da política tecnológica
no que se refere às empresas. Não
significa substituição de importação
de tecnologia, envolvendo em geral, pelo contrário,
compra de tecnologia de origem externa em condições
de efetiva absorção. A capacitação
tecnológica é também
condição importante para a interação
frutífera entre empresas e centros
de P&D.
GUIMARÃES, Fábio
Celso de Macedo Soares. A Política
de Incentivo à Inovação.
Rio de Janeiro. FINEP, 2000.
CAPITAL
DE RISCO OU CAPITAL EMPREENDEDOR - designações
genéricas aplicáveis aos recursos
financeiros empregados na capitalização
de empresas em seus est·gios iniciais
de desenvolvimento.
CAPITAL
SOCIAL - Total de recursos próprios
dos sócios mobilizados para a constituição
de uma empresa.
FINEP - Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
CERTIFICAÇÃO
- Expressão numérica ou
qualitativa, que mede resultados de avaliações.
Em geral é fornecida sob a forma de
laudos ou relatórios, expedidos por
instituições especializadas.
FUNDAÇÃO CHRISTIANO
OTTONI. Glossário da Qualidade Total.
Elaborado por Alberto Amarante Macedo e Francisco
l. Póvoa Filho. Belo Horizonte, Fundação
Christiano Ottoni, 1995.
ou
CERTIFICAÇÃO
- O Procedimento e ação
executados por um grupo devidamente autorizado
para determinar, verificar e atestar em documento
formal as qualificações de pessoal,
processos, procedimentos ou itens, de acordo
com as necessidades específicas aplicáveis.
JURAN, J.M. & GRYNA,
Frank M. Controle da Qualidade, Conceitos,
Políticas e Filosofia da Qualidade.
São Paulo, Editora McGraw-Hill
Ltda., 1991.
CERTIFICAÇÃO
AMBIENTAL - A certificação
ambiental começou a ocupar um espaço
crescente na organização e planejamento
das atividades industriais, tornando-se um
fator de referência da qualidade do
produto para o mercado. O crescimento da consciência
ambiental do consumidor fez com que ele exigisse
além de um produto de qualidade, um
produto que no seu ciclo de vida respeitasse
o meio ambiente. A certificação
ambiental é a garantia da qualidade
do produto para o consumidor que compartilha
de preocupações com o meio ambiente.
Assim, a certificação ambiental
pode ser vista como uma necessidade expressa
pelo consumidor de conhecer melhor os dados
sobre o produto que está adquirindo.
Portanto, a certificação ambiental
ou a aplicação do selo verde
é um atestado de conformidade ambiental
do produto, processo, sistema ou serviço.
A certificação ambiental garante
o cumprimento e observância a todo um
conjunto de exigências, instruções,
normas técnicas e legislação
vigentes promulgadas por autoridades e órgãos
governamentais, comissões ou empresas
para o tipo de atividade e região.
LA ROVERE, Emílio
Lèbre, coord. Manual de auditoria
ambiental. Rio de Janeiro, Qualitymark
Ed., 2000.
CERTIFICADO
DE CONFORMAÇÃO - Documento
assinado por alguém devidamente autorizado
afirmando que o produto ou serviço
atingiu o estabelecido para as especificações
relevantes, contratos ou regulamentações
pertinentes.
JURANofia da Qualidade. São Paulo,
Editora McGraw-Hill Ltda., 1991.
CHAMADAS PÚBLICAS - Potítca de
Fomento com seleção por meio
de um processo de competição
aberto ao público. Em geral, visam
promover projetos cooperativos em determinada
área do conhecimento ou atividades
consorciadas entre empresas e instituições
de pesquisa, com o objetivo de desenvolver
uma inovação.
Política Operacional FINEPa
CIÊNCIA - Conjunto organizado dos conhecimentos
relativos ao universo, envolvendo seus fenômenos
naturais, ambientais e comportamentais. A
geração do conhecimento científico
se faz através da pesquisa ou investigação científica,
seguindo as etapas do método ou metodologia científica.
LONGO, W.P. Conceitos
Básicos sobre Ciência e Tecnologia.
Rio de Janeiro, FINEP, 1996. V.1.
OECD. Frascati Manual. Paris, OCDE,
1993, cap.2, pag.29
CISÃO
- Operação na qual uma empresa
tem seu patrimônio dividido e transferido
para uma ou mais empresas constituídas
para este fim ou já existentes.
FINEP. Projeto Inovar :
Glossário. Capturado em 10 jul. 2000.
On line. Disponível na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
CLUSTERS
- Empresas e/ ou instituições
que interagem entre si, gerando e capturando
sinergias, com potencial de atingir crescimento
contínuo superior a uma simples aglomeração
econômica , geograficamente próximas
e pertencentes a um setor específico.
Os Clusters se caracterizam pelos seguintes
benefícios potenciais:
- Maior atração
de capital
- Aumento do dinamismo
empresarial
- Redução
de "lead time"
- Redução
de custos
- Redução
de riscos
- Aumento de qualidade
- Maior qualidade e
flexibilidade de mão-de-obra
- Aumento da qualidade
de vida da região
MCKINSEY & COMPANY. Desenvolvimento dos programas de Ação
para o "Cluster" de Biotecnologia em Belo
Horizonte: Projeto Cresce Minas. Belo
Horizonte, FIEMG/CIEMG/SESI/SENAI/IEL 1999.
163p.
COMERCIALIZAÇÃO
PIONEIRA - Atividades que visam a introdução
de novos produtos e processos no mercado.
Cumpre as etapas de industrialização
de protótipo, lote experimental,
prospecção
comercial, marketing.
COMITÊS
GESTORES ESTADUAIS - estruturas institucionais
organizadas
para priorização e formulação
de açõeses de fomento à
inovação vinculadas ao desenvolvimento
regional. Os comitêss envolvem o MCT,
suas agências e representantes dos estados.
Política Operacional FINEPa
COMITÊS
GESTORES E CONSELHOS GESTORES DE FUNDOS
-
constituídos no âmbito do Governo
Federal, são os responsáveis
pela definição das diretrizes
estratégicas de atuação
dos fundos setoriais e demais fundos (Verde-Amarelo
e CT-INFRA). Apresentam
em sua composição representantes
dos setores p.blico e privado. Para detalhes
sobre a composiÁ„o de cada
ComitÍ Gestor, ver o portal do MCT
(www.mct.gov.br).
Política Operacional FINEPa
FINEP.
Sistema de In
FINEP. Rio de Janeiro, 1994 .
COMPANHIA
ABERTA - Empresa cujos valores mobiliários
de sua emissão estão registrados
na CVM - Comissão de Valores Mobiliários
para negociação em bolsa de
valores ou no mercado de balcão.
FINEP - Projeto Inovar :
Glossário. Capturado em 10 jul. 2000.
On line. Disponível na Internet . http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
COMPETITIVIDADE- No sentido estrito significa
a capacidade de competir. No passado recente
tem substituído a palavra "desenvolvimento"
nos documentos de política econômica,
sobretudo as industrial e tecnológica.
Normalmente tem sido interpretada como a capacidade
que os produtos gerados internamente têm
de competir com seus similares produzidos
no exterior, tanto no que se refere à
importação como à exportação.
No curto prazo a competitividade se traduz
em preços, e é influenciada
sobretudo pelas políticas cambial,
fiscal e monetária e pelo crescimento
econômico, já que este gera modernização.
No longo prazo ela reflete a qualidade e a
confiabilidade dos produtos, em geral expressas
no prestígio da marca. A política de inovação
é eficaz e decisiva para a competitividade
apenas no longo prazo.
GUIMARÃES, Fábio
Celso de Macedo Soares. A Política
de Incentivo à Inovação.
Rio de Janeiro. FINEP, 2000.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
- Órgão de deliberação
colegiada eleito pelos acionistas responsáveis
pela orientação geral dos negócios,
nomeação, fiscalização,
destituições de diretores e
convocação de assembléia
geral.
FINEP - Projeto Inovar
: Glossário. Capturado em 10 jul. 2000.
On line. Disponível na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
CONSELHO
FISCAL - Grupo de pessoas externas à
empresa com conhecimento das práticas
legais e ilibada reputação,
escolhidas pelos acionistas para fiscalizar
a situação contábil e
financeira da empresa.
FINEP - Projeto
Inovar : Glossário. Capturado em
10 jul. 2000. On line. Disponível na
Internet http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
CONSULTORIA- Serviços temporários de
assessoramento prestados por pessoas físicas
ou jurídicas, envolvendo conhecimentos
técnicos especializados, pressupondo
vínculo transitório entre as
partes.
LONGO, W.P. Conceitos
Básicos sobre Ciência e Tecnologia.
Rio de Janeiro, FINEP, 1996. V.1.
CONSULTORIA
DE ENGENHARIA - Serviços temporários
de assessoramento e/ou consultoria, prestados por pessoas físicas ou
jurídicas, envolvendo conhecimentos
técnicos especializados, pressupondo
vínculo transitório entre as
partes. Tal categoria de transação
pode ser considerada como "assistência técnica
temporária" englobando: supervisão
de montagem; execução de construção;
execução de testes e ensaios;
instalação; funcionamento e
ajuste de equipamento; supervisão de
compra, inspeção de material
e supervisão de embarques; treinamento
de pessoal, serviços de engenharia não especializados
e assessoria ou consultoria sobre questões
específicas. Consiste, portanto, nas
seguintes etapas:
Planejamento – fase
em que é estabelecida uma abordagem
geral do projeto e a sua viabilidade;
Concepção básica
– compreende a definição
das exigências funcionais e dos dados
necessários para a elaboração
da engenharia básica. Inclui a escolha
do processo, diagramas esquemáticos,
especificações e requisitos
fundamentais, todos de forma genérica;
Estudos de viabilidade –
nesta etapa são estimados os investimentos
necessários à implantação
de projetos e os custos operacionais; são
realizadas análises técnico-econômico-financeiras,
definida a localização e estabelecido
o esquema de captação de recursos
humanos.
LONGO, W.P. Conceitos Básicos sobre Ciência e Tecnologia.
Rio de Janeiro, FINEP, 1996. V.1.
CONTROLE
ACIONÁRIO - Poder de decisão
sobre a empresa, garantido pela posse da maior
proporção de ações
com direito à voto.
FINEP. Projeto Inovar
: Glossário. Capturado em 10 jul.
2000. On line. Disponível na Internet.
http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
CONTROLE
AMBIENTAL - É a faculdade de a
Administração Pública
exercer a orientação, a correção,
a fiscalização e o monitoramento
sobre as ações referentes à
utilização dos recursos ambientais,
de acordo com as diretrizes técnicas
e administrativas e as leis em vigor.
FUNDAÇÃO ESTADUAL
DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE. Vocabulário
Básico do Meio Ambiente, compilado
por Iara Verocai Dias Moreira. Rio de Janeiro,
Serviço de Comunicação
Social da Petrobrás, 1990.
CONTROLE
DA QUALIDADE - É definido segundo
a norma japonesa JIS 8101 como "um sistema
de técnicas que permitem a produção
econômica de bens e serviços
que satisfaçam às necessidades
do consumidor". O controle da qualidade moderno
utiliza técnicas estatísticas
e por este motivo é freqüentemente
denominado controle estatístico da
qualidade. Segundo a definição
de Ishikawa, K. (1989, 1993), " praticar um
bom controle da qualidade é desenvolver,
projetar, produzir e comercializar um produto
de qualidade que seja mais econômico,
mais útil e sempre satisfatório
para o consumidor". Pata atingir esse objetivo,
todos na empresa ( diretores, gerentes, técnicos
e operadores precisam trabalhar juntos).
WERKEMA, Maria Cristina
Catarino. As ferramentas da Qualidade no
Gerenciamento de Processos. Belo Horizonte,
UFMG/EE/Fundação Christiano
Ottoni, 1995.
ou ainda
CONTROLE DA QUALIDADE - Compreende técnicas
e atividades operacionais que se destinam
a monitorar um processo e eliminar causas
de desempenho insatisfatório, em todas
as etapas do ciclo da qualidade para atingir
a eficácia econômica. Algumas
ações do controle da qualidade
e da garantia são inter-relacionadas.
NBR ISO8402 – Gestão
da qualidade e garantia da qualidade –
Terminologia. Rio de Janeiro, ABNT, jul.1993.
CONTROLE
DA QUALIDADE TOTAL - É um sistema
gerencial baseado na participação
de todos os setores e de todos os empregados
de uma empresa no estudo e na condução
do Controle da Qualidade.
WERKEMA, Maria Cristina Catarino.
As ferramentas da Qualidade no Gerenciamento
de Processos. Belo Horizonte, UFMG/EE/Fundação
Christiano Ottoni, 1995.
ver também
Controle
da Qualidade
Voltar ao início
D
DEBÊNTURES
- Título representativo de uma
obrigação financeira contraída
por uma sociedade anônima, mediante
o lançamento público ou particular,
e que oferece juros e, eventualmente, outros
benefícios a seus titulares.
FINEP. Projeto Inovar :
Glossário. Capturado em 10 jul. 2000.
On line. Disponível na Internet.
http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
DEMANDA ESPONTÂNEA - compreende o conjunto
de ações não
induzidas, originadas nas próprias
empresas ou nas organizações
públicas e privadas de pesquisa, que
buscam apoio das agÍncias de fomento
para as suas propostas de inovação.
Política Operacional
FINEP
DEMANDA
ESPONTÂNEA - É a ação
sistemática e a qualquer tempo de empresas
e organizações públicas
e privadas de pesquisa na busca de apoio à
inovação junto a agências
de fomento científico e tecnológico,
geralmente não induzida por nenhuma
ação direta de fomento por parte
dessas agências.
DESENHO INDUSTRIAL- O desenho industrial é
uma parte essencial do processo de inovação PPT. Pode bem ser parte
do processo de concepção inicial
do produto ou processo, isto é, incluído
na pesquisa e no desenvolvimento experimental,
ou ser necessário para o marketing
de produtos tecnologicamente novos ou aprimorados.
Atividades de desenho artístico serão
atividades de inovação PPT se
forem executadas em um processo ou produto
tecnologicamente novo ou aprimorado. Não
o serão se forem executadas para outra
melhoria criativa de produto, como, por exemplo,
apenas para melhorar o aspecto do produto
sem nenhuma alteração objetiva
de seu desempenho.
OECD. Oslo Manual. Paris,
OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.60.
Ou ainda
DESENHO
INDUSTRIAL - Planos e desenhos voltados
para a definição dos procedimentos,
especificações técnicas
e características operacionais necessários
para produção de produtos tecnologicamente
novos e implantação de novos
processos.
OECD. Oslo Manual. Paris,
OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.60.
DESENVOLVIMENTO DE PROCESSO - ver
Desenvolvimento Tecnológico
DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO- O desenvolvimento
de um novo produto requer pesquisa, planejamento cuidadoso, controle meticuloso
e, mais importante, o uso de métodos
sistemáticos. Os métodos sistemáticos
de projeto exigem uma abordagem interdisciplinar,
abrangendo métodos de marketing, engenharia
de métodos e a aplicação
de conhecimentos sobre estética e estilo.
A interação entre ciências
sociais, tecnologia e arte aplicada não
é tarefa fácil, mas a necessidade
de inovação exige que ela seja tentada. O
desenvolvimento de novos produtos é
um problema multifatorial: o sucesso ou fracasso
depende de muitos fatores, tais como: simpatia
dos consumidores, aceitação
dos distribuidores, facilidade de fabricação,
durabilidade e confiabilidade do produto.
Portanto, o desenvolvimento de um produto
é o sucesso de transformar uma idéia
sobre um produto em um conjunto de instruções
para a sua fabricação. Em cada
etapa, devem ser abordados maiores detalhes
do projeto.
Os riscos e incertezas vão se reduzindo
à medida que as decisões vão
sendo tomadas. O processo de desenvolvimento
de um produto envolve as etapas:
Planejamento do produto
Projeto conceitual
Configuração
do projeto
Projeto detalhado
Engenharia de produção
Fabricação
Montagem
Vendas
BAXTER, Mike . Projeto de Produto: guia prático para o desenvolvimento
de novos produtos. Trad. Itiro Iida. São
Paulo, Editora Edgard Blucher Ltda., 1998.
DESENVOLVIMENTO
DE PRODUTO E PROCESSO - ver
Inovações
de Produtos e Processos Tecnológicos
(PPT)
DESENVOLVIMENTO EXPERIMENTAL- É
o trabalho sistemático, delineado a
partir do conhecimento pré-existente,
obtido através da pesquisa e/ou experiência prática,
e aplicado na produção de novos
materiais, produtos e aparelhagens, no estabelecimento
de novos processos, sistemas e serviços,
e ainda no substancial aperfeiçoamento
dos já produzidos ou estabelecidos.
OECD. Frascati Manual.
Paris, OCDE, 1993, cap.2, pag.29
DESENVOLVIMENTO
HUMANO - Processo de ampliação
da gama de opções das pessoas,
oferecendo-lhes maiores oportunidades em educação,
saúde, trabalho, renda e outros componentes
essenciais à melhoria da qualidade
de vida.
COMITÊ DE ENTIDADES PÚBLICAS
NO COMBATE À FOME E PELA VIDA - COEP.
Carta de Princípios Orientadores
para a Implementação do Programa
de Desenvolvimento Integrado e Sustentável
de Manguinhos. Rio de Janeiro, 1999.
DESENVOLVIMENTO
LOCAL INTEGRADO E SUSTENTÁVEL (DLIS)
- Processo de promoção do
desenvolvimento através de parcerias
entre Estado e sociedade, no qual ocorrem
ações multissetoriais integradas,
convergentes numa dada localidade, segundo
uma metodologia que prevê, no mínimo:
capacitação para a gestão;
diagnóstico e planejamento participativos;
articulação da oferta pública
de programas com a demanda social da localidade;
monitoramento e avaliação; fomento
ao empreendedorismo e criação
de uma nova institucionalidade participativa.
Secretaria Executiva da Comunidade Solidária.
Documento de Referência
do Programa Comunidade Ativa: Uma Estratégia
de Indução ao Desenvolvimento
Local Integrado e Sustentável. Brasília,
1999.
DESENVOLVIMENTO
SUSTENTADO – DL - É um processo
de mudança em que a exploração
de recursos, a orientação dos
investimentos, os rumos do desenvolvimento
ecológico e a mudança institucional
devem levar em conta as necessidades das gerações
futuras. A ênfase na ecologia está
na origem do termo sustentado, quando das
explorações de recursos renováveis
como pesca e florestal. A sustentabilidade
é entendida como um recurso ou de um
ecossistema e depende de um equilíbrio
entre os ritmos de extração
que assegurem um mínimo de renovabilidade
para o recurso. A ênfase no econômico
acarreta a busca de estratégias que
visem à sustentabilidade do sistema
econômico. Isto é, a capacidade
do sistema produtivo de manter sua produtividade,
apesar das possíveis perturbações,
stress ou choques a que esteja exposto. A
ênfase no social visa criar as condições
socioeconômicas da sustentabilidade,
como, por exemplo, o atendimento às
necessidades básicas, melhoria no nível
de instrução, minimização
da exclusão social, etc. No que tange
especificamente à indústria
o Relatório Brundtland (1987) enfatiza
que a transição para o Desenvolvimento
Sustentado deve ser estimulada pela riqueza
proveniente do setor produtivo: a indústria
deverá produzir mais, utilizando menos
recursos. Ressalta, entretanto, que há
limites para a ação voluntária
das indústrias, destacando a necessidade
de cooperação e controle. O
Relatório insiste no papel das empresas
multinacionais tanto pelo desenvolvimento
e adoção de tecnologias limpas, quanto
pela transferência às filiais
dos países em desenvolvimento. Esta
difusão do conhecimento
e da tecnologia deve contar, também,
com o incentivo dos organismos internacionais
e regionais que facilitariam o financiamento.
No meio empresarial, a responsabilidade ambiental
penetrava e consolidava-se nas organizações
que passaram a adotar instrumentos voluntários
de controle ambiental.
MAIMON, Dália. Passaporte
Verde: Gerência Ambiental e Competitividade.
Rio de Janeiro, Qualitymark, 1996. 120p.
DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL – DL - A expressão
desenvolvimento sustentável, popularizada
pela Comissão Mundial do Meio Ambiente
e Desenvolvimento, no início da década
de 80 , passou a ser incluída nas preocupações
das organizações industriais
e de prestação de serviços.
Este conceito é definido no relatório
da Comissão Brundtland como " um processo
de transformação no qual a exploração
de recursos, a direção dos investimentos,
a orientação do desenvolvimento tecnológico
e as mudanças institucionais se harmonizam
e reforçam o potencial presente e futuro,
a fim de atender às necessidades e
aspirações humanas". A observância
deste princípio induz a uma maior consciência
e responsabilidade ambiental do setor produtivo.
LA ROVERE, Emílio Lèbre,
coord. Manual de auditoria ambiental.
Rio de Janeiro, Qualitymark Ed., 2000.
DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
- atividade de pesquisa criativa
para produzir inovações específicas
ou modificações de processos,
produtos e serviços existentes.
Políticas Operacionais
FINEP
DIFUSÃO TECNOLÓGICA - Processo
de propagação de uma inovação técnica
entre usuários potenciais ( adoção
de uma nova técnica) e seu melhoramento
e adaptação contínua.
Os processos de inovação e difusão,
particularmente de novas tecnologias, são interdependentes e se determinam
simultaneamente estimulados pela interação
usuários/produtor.
MARTÍNEZ, Eduardo
& ALBORNOZ, Mário. Indicadores
de ciência y tecnología: Estado
del arte y perspectivas. Caracas, Unesco,
1998.
Ou ainda
DIFUSÃO
TECNOLÓGICA - Processo de generalização
e incorporação de inovações
tecnológicas.
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA
E TECNOLÓGIA – MCT. Conceitos
(Glossário). 1997.
DIVIDENDOS
- São os valores em dinheiro distribuídos
aos acionistas, na proporção
da quantidade de ações possuídas,
em função dos lucros gerados
em um determinado período. De acordo
com a Lei das S.As, deverá ser distribuído
25%do lucro líquido.
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet . http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
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E
EMPRESA
DE ALTA TECNOLOGIA - Unidades de negócios
produtoras de bens e serviços, cuja
competitividade depende do projeto,
desenvolvimento e produção de
novos produtos ou processos inovadores, através
da aplicação sistemática
e intensiva de conhecimentos científicos
e tecnológicos.
MARTÍNEZ, Eduardo
& ALBORNOZ, Mario. Indicadores de ciencia
y tecnología: Estado del arte y perspectivas.
Caracas, Unesco, 1998.
EMPRESA DE BASE TECNOLÓGICA - Empresa
de qualquer porte ou setor que tenha na inovação
tecnológica os fundamentos de sua estratégia
competitiva. Esta condição será
considerada atendida pelas empresas que apresentam
pelo menos duas das seguintes características:
a) desenvolvam produtos
ou processos tecnologicamente novos ou melhorias
tecnológicas significativas em produtos
ou processos existentes. O termo produto se
aplica tanto a bens como a serviços;
b) obtêm pelo menos 30% (trinta por
cento) de seu faturamento, considerando-se
a média mensal dos últimos doze
meses, pela comercialização
de produtos protegidos por patentes ou direitos
de autor, ou em processo de obtenção
das referidas proteções;
c) encontram-se em fase pré-operacional
e destinam pelo menos o equivalente a 30%
(trinta por cento) de suas despesas operacionais,
considerando-se a média mensal dos
últimos doze meses, a atividades de
pesquisa e desenvolvimento tecnológico;
d) não se enquadram como micro ou pequena
empresa e destinam pelo
menos 5% (cinco por cento) de seu faturamento
a atividades de pesquisa
e desenvolvimento tecnológico;
e) não se enquadram como micro ou pequena
empresa e destinam pelo menos 1,5% (um e meio
por cento) de seu faturamento a instituições
de pesquisa ou universidades, ao desenvolvimento
de projetos de pesquisa relacionados ao desenvolvimento
ou ao aperfeiÁoamento de seus produtos
ou processos;
f) empregam, em atividades de desenvolvimento
de software, engenharia,
pesquisa e desenvolvimento tecnológico,
profissionais técnicos de nível
superior em percentual igual ou superior a
20% (vinte por cento) do
quantitativo total de seu quadro de pessoal;
g) empregam, em atividades de pesquisa e desenvolvimento
tecnológico,
mestres, doutores ou profissionais de titulação
equivalente em percentual
igual ou superior a 5% (cinco por cento) do
quantitativo total de seu quadro
de pessoal.
Política Operacional
FINEP
EMPRESAS EMERGENTES
- são aquelas que se diferenciam
pelas perspectivas de crescimento acelerado
(taxas de crescimento superiores a 25% ao
ano).
Política Operacional FINEP
EMPRESAS
INCUBADAS - ver
Incubadoras de Empresas
EMPRESA
INOVADORA EM PRODUTOS E PROCESSOS TECNOLÓGICOS
(PPT) - A empresa inovadora em PPT é
uma empresa que tenha implantado produtos
ou processos tecnologicamente novos ou aperfeiçoados,
ou combinações de produtos e
processos, durante o período em análise.
Trata-se de empresa com atividades de inovação PPT bem sucedidas. Uma
empresa que tenha tido atividades de inovação
PPT abortadas não se inclui, nem uma
empresa que, ao final do período em
análise, tenha trabalho de inovação
PPT em andamento que ainda não tenha
resultado em implantação. Em
teoria, empresas inovadoras em PPT seriam
todas as empresas que surgiram durante o período
em análise e implantaram novos produtos
e processos.
As Empresas
inovadoras em PPT compreendem:
Empresas que já existiam
no início do período em análise
e que implantaram produtos ou processos que
sejam tecnologicamente novos (ou aprimorados)
para tal empresa durante o período;
Empresas que passaram a existir
durante o período em análise
e que:
- em
sua fundação implantaram
produtos ou processos que eram tecnologicamente
novos (ou aprimorados) para o mercado
em que tais empresas operam;
- após
sua fundação, mais tarde
durante o período, implantaram
produtos ou processos que eram tecnologicamente
novos (ou aprimorados) para tais empresas.
OECD. Oslo Manual. Paris, OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.10-12.
EMPRESAS
LíDERES - entende-se por empresas
líderes e suas cadeias as
seguintes organizações: empresas
líderes em seus mercados, grandes empresas
em mercados concentrados, fornecedores e clientes
relevantes das respectivas cadeias produtivas.
Políticas Operacionais
FINEP
EMPRESAS NASCENTES DE BASE TECNOLÓGICA -
As empresas nascentes de base tecnológica
surgem dentro do grupo de empresas de base
tecnológica , e são geradas
a partir de instituições de
P&D, que têm como característica fundamental,
além de serem novas, serem em geral
pequenas. Guedes Pereira, citando Bollinger,
aponta alguns fatores que distinguem esse
tipo de empresa que seriam os seguintes:
pode-se identificar um grupo de até
quatro ou cinco pessoas que seriam os fundadores
da empresa;
a empresa é totalmente
independente, isto é, não é
coligada ou subsidiária de nenhuma
outra empresa ou grupo;
a principal motivação
para fundar a empresa é a exploração
de uma idéia tecnicamente inovadora.
GUIMARÃES, Fábio Celso de Macedo Soares, apud
BOLLINGER, Lynn, et alli. A Review of
Literature and Hypothesis on New Technology
- Based Firms. Research Policy, 12, p.
1-14, 1983. /
GUEDES PEREIRA, Maurício. Um Estudo
sobre Empresas Geradas a partir de Universidades
no Brasil. IN: XV SIMPÓSIO NACIONAL
DE PESQUISA...., anais, PACTo/FEA/USP, p.
J.04, out. 1990
EMPRESAS
NASCENTES DE BASE TECNOLÓGICA ("START
UP") - Empresa cuja estratégia
empresarial e de negócios é
sustentada pela inovação e cuja base técnica de produção
está sujeita a mudanças freqüentes,
advindas da concorrência centrada em
esforços continuados de pesquisa
e desenvolvimento
tecnológico. Principais características
das empresas nascentes de base tecnológica:
1. Em estruturação
empresarial ("quase-empresa"),
2. Sem posição definida no
mercado;
3. Inseridas ou não em incubadoras;
4. Que buscam oportunidades em nichos de
mercado com produtos/serviços inovadores
e de alto valor agregado.
FINEP. Superintendência de Estudos e Estratégias Setoriais
. Categorização das Empresas
Clientes Finep. Rio de janeiro, 2000.
EMPRESAS
QUE DESENVOLVEM ESFORÇOS INCREMENTAIS
EM CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA
- São aquelas cujas atividades
de desenvolvimento tecnológico podem
ou não estar estruturadas. Normalmente
as empresas não têm interação
com instituições de P&D,
restringindo-se essa interação,
quase sempre, aos licenciadores de tecnologia.
O processo de inovação
não é completo e é entendido
como uma simples reprodução
de tecnologias já comprovadas (redução
do "gap" tecnológico). Tais Empresas
desenvolvem esforços incrementais de
forma permanente ou esporádica.
FINEP. Superintendência
de Estudos e Estratégias Setoriais
. Categorização das Empresas
Clientes Finep. Rio de janeiro, 2000.
ENCOMENDA
GOVERNAMENTAL - representa o desenvolvimento
ou
aperfeiçoamento de produto, processo
ou serviço de interesse público,
para uso de instituição pública
ou da sociedade.
ENGENHARIA - Faz a concepção da produção
de bem ou de serviço, estuda sua viabilidade
técnica e econômica, projeta
e implanta as instalações físicas
e, conforme o caso, também as opera.
LONGO, W.P. Conceitos Básicos
sobre Ciência e Tecnologia. Rio
de Janeiro, FINEP, 1996. V.1.
Ou ainda
ENGENHARIA
- Forma de pensar e fazer, sendo mais
que uma mera categoria profissional; apropria-se
das técnicas, da ciência e da tecnologia
para exercer a capacidade (ou arte) de identificar
problemas e oportunidades, testando e organizando
soluções, integrando-as de forma
sistêmica, para a produção
de bens e serviços; interpretação
da linguagem das ciências e das técnicas
para a realização de projetos e construção prática
de soluções; forma de concepção
e execução de projetos com base
nos conhecimentos científicos, na prática
das técnicas e na cultura tecnológica.
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA
E TECNOLÓGIA – MCT. Conceitos
(Glossário). 1997.
ENGENHARIA
NÃO ROTINEIRA - Atividades de engenharia diretamente relacionadas
ao processo de inovação, envolvendo
o desenvolvimento de produtos/processos. Inclui
as seguintes atividades:
o "design" (produção
de planos e desenhos que especificam, técnica
e operacionalmente, os elementos necessários
à concepção, desenvolvimento,
manufatura e comercialização
de novos produtos e processos);
o projeto, a confecção
e as mudanças de ferramental a ser
utilizado em novos produtos /processos;
o estabelecimento de novos
métodos e padrões de trabalho;
os rearranjos de planta requeridos
para implementação de novos
produtos e processos.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE P, D&E DAS EMPRESAS INOVADORAS
– ANPEI. Indicadores empresariais
de inovação tecnológica.
IN: INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS. São
Paulo, 1999.
ENGENHARIA
SIMULTÂNEA - Processo integrado
de engenharia, envolvendo a realização
simultânea das atividades de concepção,
manufatura, produção e marketing
(design/manufacturing/production).
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA
E TECNOLÓGIA – MCT. Conceitos
(Glossário). 1997.
ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL - Um dos
elementos do processo de avaliação
de impacto ambiental. Trata-se de execução
por equipe multidisciplinar das tarefas técnicas
e científicas destinadas a analisar,
sistematicamente, as conseqüências
da implantação de um projeto
de meio ambiente, por meio de métodos
de AIA e técnicas de previsão
dos impactos ambientais. O estudo realiza-se
sob orientação da autoridade
ambiental responsável pelo licenciamento
do projeto em questão, que, por meio
de instruções técnicas
específicas, ou termos de referência,
indica a abrangência do estudo e os
fatores ambientais a serem considerados detalhadamente.
O estudo do impacto ambiental compreende,
no mínimo: a descrição
do projeto e suas alternativas, nas etapas
de planejamento, construção,
operação e, quando for o caso,
desativação; a delimitação
e o diagnóstico ambiental na área
de influência; a identificação,
a medição e a valoração
dos impactos; a comparação da
alternativas e a previsão de situação
ambiental futura, nos casos de adoção
de cada uma das alternativas, inclusive no
caso de não se executar o projeto;
a identificação das melhores
mitigadoras e do programa de monitoragem dos
impactos; a preparação do Relatório de Impacto Ambiental –
RIMA.
FUNDAÇÃO ESTADUAL
DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE. Vocabulário
Básico do Meio Ambiente, compilado
por Iara Verocai Dias Moreira. Rio de Janeiro,
Serviço de Comunicação
Social da Petrobrás, 1990.
ESTUDO DE VIABILIDADE - Investigação
de projetos técnicos propostos, usando
as técnicas pré-existentes,
a fim de fornecer informações
complementares antes da decisão quanto
à implementação. No campo
das ciências sociais, os estudos de
viabilidade constituem-se em investigações
sobre as características sócio-econômicas
e as implicações decorrentes
de situações específicas,
( p.ex. um estudo sobre a viabilidade de implantação
de um complexo petroquímico numa certa
região).
OECD. Frascati Manual.
Paris, OCDE, 1993, cap.2, pag.29
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F
FINANCIAMENTO
COM CLÁUSULA DE EQUALIZAÇÃO
DE TAXAS DE JUROS - são
recursos que, sob determinadas condições
previstas na
legislação vigente, podem ser
utilizados para equiparar as taxas de juros
praticadas pela FINEP às mais baixas
taxas praticadas no cenário internacional.
Política Operacional
FINEP
FOMENTO
DIRETO - é a ação
sistemática de agências de fomento
científico e tecnológico na
busca de oportunidades para promover a inovação
junto a empresas e organizações
públicas e privadas de pesquisa.
Política Operacional
FINEP
FUNDO MÚTUO
DE PARTICIPAÇÃO - fundo
estabelecido em
conformidade com a RES 209 da CVM ou similares,
que destina recursos captados junto a investidores
institucionais para capitalização
de empresas emergentes.
Política Operacional
FINEP
FUNDO NACIONAL
DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E
TECNOLÓGICO - FNDCT - instituído
em 1969 e restabelecido pela Lei nº 8.172,
de 18
de janeiro de 1991, com os acréscimos
da Lei nº 10.197, de 14 de fevereiro de 2001, tem por objetivo
estimular a inovação e promover
o desenvolvimento científico e tecnológico,
com vistas a assegurar a melhoria das condições
de vida da sociedade, a competitividade e
o desenvolvimento econômico e social
do País.
Política Operacional
FINEP
FUNDOS
SETORIAIS -criados com o objetivo de contribuir
para a construção de uma política
nacional de C&T de longo prazo, visam,
simultaneamente, ampliar e fortalecer dois
grandes esforçoos: incentivar o desenvolvimento
tecnológico empresarial, um dos pontos
centrais da agenda de C,T&I; e oferecer
um novo padrão de financiamento adequado
às necessidades de investimentos em
C,T&I, inclusive com novas fontes de recursos.
Os Fundos Setoriais surgem
no âmbito do processo de privatização
e
desregulamentação das atividades
de infra-estrutura no País e são
oriundos
de contribuições incidentes
sobre o faturamento de empresas e/ou sobre
o
resultado da exploração de recursos
naturais pertencentes à União.
Parte das receitas que alimentam os Fundos
são previstas e cobradas; apenas não
estavam sendo aplicadas em ciência e
tecnologia.
Os recursos dos Fundos Setoriais são
alocados no FNDCT operado pela FINEP, e são
orientados por diretrizes e planos anuais
de investimentos definidos pelos Comitês
Gestores.
FUSÃO (Merge) - Operação
pela qual se unem duas ou mais sociedades
para formar uma nova sociedade, que lhes sucederá
em todos os direitos e obrigações.
FINEP - Projeto Inovar
: Glossário. Capturado em 10 jul. 2000.
On line. Disponível na Internet . http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
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G
GARANTIA
DA QUALIDADE - Conjunto de atividades
planejadas e sistemáticas, implementadas
no sistema de qualidade e demonstradas como
necessárias, para prover confiança
adequada de que uma entidade atenderá
os requisitos para a qualidade.
FUNDAÇÃO ESTADUAL
DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE.
Vocabulário Básico do Meio Ambiente, compilado
por Iara Verocai Dias Moreira. Rio de Janeiro,
Serviço de Comunicação
Social da Petrobrás, 1990.
NBR ISO8402 –
Gestão da qualidade e garantia da
qualidade – Terminologia. Rio de
Janeiro, ABNT, jul.1993.
Ou ainda
GARANTIA
DA QUALIDADE - Todo o conjunto de ações
sistemáticas ou planejadas necessárias
para conferir um nível de confiança
adequado aos produtos e serviços, para
que venham a atender às necessidades
especificadas em termos de qualidade.
J URAN, J.M. & GRYNA,
Frank M. Controle da Qualidade, Conceitos,
Políticas e Filosofia da Qualidade.
São Paulo, Editora McGraw-Hill
Ltda., 1991.
GESTÃO
AMBIENTAL - A condução,
a direção e o controle pelo
governo do uso dos recursos naturais, através
de determinados instrumentos, o que inclui
medidas econômicas, regulamentos e normalização,
investimentos públicos e financiamento,
requisitos interinstitucionais e jurídicos.
SELDEN, M. et Alii. Studies
on environment. Washington D.C., Environmental
Protection Agency,1973
Ou ainda
GESTÃO
AMBIENTAL - A tarefa de administrar o
uso produtivo de um recurso renovável
sem reduzir a produtividade e a qualidade
ambiental, normalmente em conjunto com o desenvolvimento
de uma atividade.
HURTUBIA, J. Ecologia y
desarrollo: evolución y perspectivas
del pensamento ecológico. IN: ESTILOS
DE DESARROLLO Y MEDIO AMBIENTE. México,
Fondo de Cultura Económica.1980. 123
p.
Ou ainda
GESTÃO
AMBIENTAL - Tentativa de avaliar valores
limites das perturbações e alterações
que, uma vez excedidos, resultam em recuperação
bastante demorada do meio ambiente, e de manter
os ecossistemas dentro de suas zonas de resiliência,
de modo a maximizar a recuperação
dos recursos do ecossistema natural para o
homem, assegurando sua produtividade prolongada.
INTERIN MEKONG COMITEE.
Environmental impact assessment guidelines
of application to tropical niver basin development.
Bangkok, Mekong Secretariat, 1982. 123 p.
GESTÃO
DA QUALIDADE - Conjunto
de ações coordenadas compreendendo
aspectos estruturais, gerenciais, de produto
e processo e organizacionais, entre outros,
para atingir parâmetros estabelecidos,
esperados pelos clientes.
FINEP. Apoio a Gestão
da Qualidade - AGQ. IN: NEP-COMP/01.00/1998.
Rio de Janeiro, FINEP, 1998.
Ou ainda
GESTÃO
DA QUALIDADE - Administração
de práticas e procedimentos de controle,
manutenção e melhoria da qualidade
de bens e serviços, administração
dos processos de Qualidade Total.
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA
E TECNOLÓGIA – MCT. Conceitos
(Glossário). 1997.
Ou ainda
GESTÃO
DA QUALIDADE - Todas as atividades da
função gerencial que determinam
a política da qualidade, os objetivos
e as responsabilidades e o implementa por
meios tais como o planejamento da qualidade,
o controle da qualidade, a garantia da qualidade
e a melhoria da qualidade dentro do sistema
da qualidade. A Gestão da qualidade
é responsabilidade de todos os níveis
da administração, mas tem que
ser conduzida pela alta administração.
Sua implementação envolve todos
os membros da organização. A
Gestão da Qualidade leva em consideração
os aspectos econômicos.
NBR
ISO8402 – Gestão da qualidade
e garantia da qualidade – Terminologia.
Rio de Janeiro, ABNT, jul.1993.
GESTÃO
DA QUALIDADE TOTAL - Modo de gestão
de uma organização, centrado
na qualidade, baseado na participação
de todos os seus membros, visando ao sucesso
de longo prazo, através da satisfação
do cliente e dos benefícios para os
membros da organização e para
a sociedade. A Gestão da Qualidade
Total envolve "todos os membros" - entende-se
o pessoal e todos os departamentos e de todos
os níveis da estrutura organizacional.
Uma liderança forte e persistente da
alta administração e a educação
e o treinamento de todos os membros da organização
são indispensáveis ao sucesso
desse modo de gestão.
NBR ISO8402 – Gestão
da qualidade e garantia da qualidade –
Terminologia. Rio de Janeiro, ABNT, jul.1993.
GESTÃO
EMPRESARIAL - Conjunto de ações
coordenadas, conduzido de forma a permitir
que a empresa atinja objetivos previamente
determinados.
FINEP. Apoio a Gestão
da Qualidade - AGQ. IN: NEP-COMP/01.00/1998.
Rio de Janeiro,
FINEP, 1998.
GESTÃO
ESTRATÉGICA DO CONHECIMENTO - Conjunto
de ações coordenadas que assegura
às empresas habilidades para captar,
armazenar, recuperar e analisar as informações
e conhecimentos estratégicos para o
seu desenvolvimento e competitividade.
FINEP. Apoio a Gestão
da Qualidade - AGQ. IN: NEP-COMP/01.00/1998.
Rio de Janeiro, FINEP, 1998.
GESTÃO
TECNOLÓGICA - Aplicação
das técnicas de gestão em apoio
a processos de inovação tecnológica.
Integra princípios e métodos
de gestão (administração),
avaliação, economia, engenharia,
informática e matemática aplicada.
Na Gestão Tecnológica se identificam
necessidades e oportunidades tecnológicas
e se planejam, desenham, desenvolvem e implantam
soluções tecnológicas.
Constituem um processo de administração
das atividades da pesquisa tecnológica
e da transferência dos seus resultados
às unidades produtivas. O que é
importante para a competitividade
(e a produtividade) é a capacidade
de demarcar os desenvolvimentos tecnológicos
(inovação, progresso técnico) dentro
de uma estratégia da empresa. Na gestão
da qualidade é possível distinguir
entre:
qualidade interna, focada
nos processos ( minimizar rotinas, que não
agregam valor, inventários, tempos
ociosos, imperfeições, demoras,
filas, desperdícios, contaminação,
etc.); e
qualidade externa, focada
nos produtos ( ajustados às especificações
do desenho, performance, segurança,
meio ambiente e satisfação do
usuário).
MARTÍNEZ, Eduardo & ALBORNOZ, Mario. Indicadores de ciencia
y tecnología: Estado del arte y perspectivas.
Caracas, Unesco, 1998.
Ou ainda
GESTÃO
TECNOLÓGICA - A administração
sistemática de um conjunto de habilidades,
mecanismos, conhecimentos, planos e instrumentos
organizacionais necessários para a
estruturação da capacidade de
as empresas gerarem, introduzirem, comprarem,
modificarem e gerenciarem inovações
de produtos e processos, com vistas à
competitividade.
FINEP. Apoio a Gestão
da Qualidade - AGQ. IN: NEP-COMP/01.00/1998.
Rio de Janeiro, 1998.
Ou ainda
GESTÃO
TECNOLÓGICA - Administração
de todos os aspectos relacionados com tecnologia, projetos de inovação
e difusão,
bem como de negócios tecnológicos
relativos a patentes, compra e venda de pacotes tecnológicos,
licenciamento, contratos de transferência de tecnologia, além
de outras atividades relacionadas com serviços
técnico-científicos; implantação
de novas formas de organização
da produção, implantação
e certificação das normas ISO
das séries relacionadas às tecnologias
ambientais (14000) e à qualidade (9000),
e organização de testes de aceitação
e de certificação de conformidade,
tanto para fornecimento quanto para aquisição
de produtos, administração de
projetos de pesquisa, desenvolvimento e engenharia.
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA
E TECNOLÓGIA – MCT. Conceitos
(Glossário). 1997.
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H
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I
IMPACTO AMBIENTAL- Qualquer alteração
significativa no meio ambiente – em
um ou mais de seus componentes – provocada
por uma ação humana.
FUNDAÇÃO ESTADUAL DE ENGENHARIA
DO MEIO AMBIENTE. Vocabulário Básico
do Meio Ambiente, compilado por Iara Verocai
Dias Moreira. Rio de Janeiro, Serviço
de Comunicação Social da Petrobrás,
1990.
ou ainda
IMPACTO
AMBIENTAL - Qualquer alteração
das propriedades físicas, químicas
e biológicas do meio ambiente, causada
por qualquer forma de matéria ou energia
resultante das atividades humanas que, direta
ou indiretamente, afetem:
1. A saúde,
a segurança e o bem-estar da população;
2. As atividades sociais e econômicas;
3. A biota;
4. As condições estéticas
e sanitárias do meio ambiente;
5. A qualidade dos recursos ambientais.
CONAMA. Resolução 001, de 23/01/1986.
FUNDAÇÃO ESTADUAL DE ENGENHARIA
DO MEIO AMBIENTE. Vocabulário Básico
do Meio Ambiente, compilado por Iara Verocai
Dias Moreira. Rio de Janeiro, Serviço
de Comunicação Social da Petrobrás,
1990.
Ou ainda
IMPACTO
AMBIENTAL - Qualquer alteração
no sistema físico, químico,
biológico, cultural e sócio-econômico
que possa ser atribuída a atividades
humanas relativas às alternativas em
estudo para satisfazer as necessidades de
um projeto.
CANTER, L. Environmental
impact assessment. Oklahoma, McGraw Hill
Inc., 1977, 331p.
FUNDAÇÃO
ESTADUAL DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE. Vocabulário
Básico do Meio Ambiente, compilado
por Iara Verocai Dias Moreira. Rio de Janeiro,
Serviço de Comunicação
Social da Petrobrás, 1990.
Ou ainda
IMPACTO
AMBIENTAL - É a estimativa ou o
julgamento do significado e do valor do efeito
ambiental para os receptores natural, sócio-econômico
e humano. Efeito ambiental é a alteração
mensurável da produtividade dos sistemas
naturais e da qualidade ambiental, resultante
de uma atividade econômica.
HORBERRY, J.. Status and
application of EIA for development. Gland,
Conservation for Development Centre, 1984.
FUNDAÇÃO ESTADUAL DE ENGENHARIA
DO MEIO AMBIENTE. Vocabulário Básico
do Meio Ambiente, compilado por Iara Verocai
Dias Moreira. Rio de Janeiro, Serviço
de Comunicação Social da Petrobrás,
1990.
INCENTIVOS FISCAIS AO PDTI/PDTA - constituem
incentivos fiscais
para a capacitação tecnológica
de empresas que investem em pesquisa e
experimentação tecnológica
(Lei 8.661/93, regulamentada
pelo Decreto nº 949, de 05 de outubro
de 1993). Os programas s„o aprovados
pelo MCT, após análise realizada
pela FINEP. Os principais incentivos são:
- redução do imposto de renda
a pagar;
- redução do imposto sobre produtos
industrializados incidente sobre
equipamentos e instrumentos destinados às
atividades de pesquisa e
desenvolvimento tecnológico;
- depreciação acelerada desses
equipamentos e instrumentos;
- amortização acelerada dos
dispêndios relativos àaquisição
de bens
intangíveis, vinculados às atividades
de pesquisa e desenvolvimento
tecnológico;
- crédito do Imposto de Renda recolhido
na fonte, e redução do IOF quando
da remessa ao exterior de valores resultantes
de contratos de transferência
de tecnologia;
- dedução como despesa operacional
de royalties e assitência técnica
para
empresas de tecnologia de ponta ou de bens
de capital não seriados.
Políticas Operacionais
FINEP
ver também
PDTI/PDTA
INCUBADORA DE EMPRESAS - Uma incubadora de empresas
é um ambiente flexível e encorajador
onde é oferecida uma série de
facilidades para o surgimento e crescimento
de novos empreendimentos. Além da assessoria
na gestão técnica e empresarial
da empresa, a incubadora oferece a infra-estrutura
e serviços compartilhados necessários
para o desenvolvimento do novo negócio,
como espaço físico, salas de
reunião, telefone, fax, acesso à
internet, suporte em informática, entre
outros. Dessa forma, as incubadoras de empresas
geridas por órgãos governamentais,
universidades, associações empresariais
e fundações são catalisadoras
do processo de desenvolvimento e consolidação
de empreendimentos inovadores no mercado competitivo.
Com base na utilização do conhecimento
profissional e prático, os principais
objetivos de uma incubadora de empresas estão
na produção de empresas de sucesso
e na criação de uma cultura
empreendedora.
ANPROTEC. Incubadora de
Empresas. Capturado em 18 ago. 2000. On
line. Disponível na Internet . http://www.anprotec.org.br/anprotec.htm
INDICADOR
- O Banco Interamericano de Desenvolvimento
(BID) define indicador como uma "especificação
quantitativa e qualitativa para medir o atingimento
de um objetivo". Também definido como
a expressão numérica de um objetivo.
BID. Oficina de Evaluación
(EVO). Evaluación: una herramienta
de gestión para mejorar el desempeño
de gestión para mejorar el desempeño
de los proyetos. BID, Washington. 1997.
Ou ainda
INDICADOR- Medida agregada e completa que permite descrever
ou avaliar um fenômeno, sua natureza,
estado e evolução; articula
ou correlaciona variáveis e suas unidades
de medida; é composta ou relativa.
Os indicadores apresentam as seguintes características:
generalidades, correlacionamento entre variáveis
distintas e de diferentes contextos, quantificabilidade,
temporalidade e possibilidade de construir-se
em componentes básicos de desenvolvimentos
teóricos. As variáveis são
os elementos que configuram ou caracterizam
um fenômeno e normalmente são
mensuráveis, possuem uma unidade de
medida e se expressam em valores absolutos.
As estatísticas são os resultados
tabulados da medida de uma variável
( ação, atributo, objeto) ainda
que se utilizem em um sentido amplo para desenhar
os aspectos teóricos e metodológicos
(operativos) de uma medida.
MARTÍNEZ, Eduardo
& ALBORNOZ, Mario. Indicadores de ciencia
y tecnología: Estado del arte y perspectivas.
Caracas, Unesco, 1998.
INDICADOR DE ACOMPANHAMENTO - Unidade
de medida que expressa o grau de proximidade
do alcance de uma meta preestabelecida.
FINEP. Elaboração,
aprovação e avaliação
de planos de negócios. IN: N-PDEN/02.00/1998.
Rio de Janeiro, FINEP, 1998.
INDICADOR
DE CAPACIDADE INOVATIVA - Medidas
utilizadas para avaliar o potencial de inovação,
escolhidas para organizar informações
qualitativas e quantitativas sobre os fatores
intervenientes nos processos de inovação.
Os indicadores de capacitação
podem ser os seguintes: número e perfil
do pessoal qualificado e sua densidade em
relação ao conjunto dos trabalhadores;
demanda de informação e de serviços
técnico-científicos; atividades
cooperativas; investimentos em treinamento
e formação de pessoal;investimentos
em atividades de pesquisa, desenvolvimento de engenharia; etc.
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA
E TECNOLÓGIA – MCT. Conceitos
(Glossário). 1997.
INDICADOR
DE PROGRESSO - Ver
Indicador de Acompanhamento
ÍNDICE
DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) - É
um indicador composto de qualidade de vida,
desenvolvido pelo PNUD (Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento) que reúne
três componentes: renda, saúde
e educação. A renda é
medida pelo PIB real per capita, a
saúde pela esperança
de vida ao nascer e a educação
pela taxa de alfabetização de
adultos e taxas de matrículas primária,
secundária e terciária combinadas.
BUSS, Paulo Marchiori & RAMOS, Célia
Leitão. Desenvolvimento Local e
Agenda 21: Desafio da Cidadania. Rio de
Janeiro, Centro de Tecnologia, Trabalho e
Cidadania - Oficina Social, Cadernos da Oficina
Social N.º 3, fevereiro/2000.
INFRA-ESTRUTURA
DE P&D - Atividades que visam criar
ou ampliar as condições necessárias
ao desenvolvimento das atividades de P&D. Envolve aquisição/instalação
de equipamentos para pesquisa,
instalações físicas (obra
civil), manutenção de equipamentos
e instalações laboratoriais.
FINEP. Sistema de Indexadores
para a FINEP. Rio de Janeiro, 1994.
Ou ainda
INFRA-ESTRUTURA
DE P&D - Conjunto de condições
materiais de apoio e instalações
físicas para implementação
de atividades de pesquisa e desenvolvimento (equipamentos
e laboratórios de P&D, instituições de
P&D, etc).
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA
E TECNOLÓGIA – MCT. Conceitos
(Glossário). 1997.
INOVAÇÃO - Éa introdução,
com êxito, no mercado, de produtos,
serviçoos, processos, métodos
e sistemas que não existiam anteriormente,
ou contendo alguma característica nova
e diferente do padrão em vigor.
Compreende diversas atividades científicas,
tecnológicas, organizacionais, financeiras,
comerciais e mercadológicas. A exigência
mínima é que o produto/serviço/
processo/método/sistema inovador deva
ser novo ou substancialmente melhorado para
a empresa em relaÁ„o aos seus
competidores.
Políticas Operacionais
FINEP
ainda
INOVAÇÃO
- Significa a solução de
um problema tecnológico, utilizada
pela primeira vez, descrevendo o conjunto
de fases que vão desde a pesquisa básica até o uso prático,
compreendendo a introdução de
um novo produto no mercado em escala comercial,
tendo, em geral, fortes repercussões
socio-econômicas.
Significa a solução de um problema
tecnológico, utilizada pela primeira
vez, descrevendo o conjunto de fases que vão
desde a pesquisa básica até
o uso prático, compreendendo a introdução
de um novo produto no mercado, em escala comercial
tendo, em geral, fortes repercussões
socio-econômicas.
LONGO, W.P. Conceitos
Básicos sobre Ciência e Tecnologia.
Rio de Janeiro, FINEP, 1996. v.1.
ou ainda
INOVAÇÃO
- É a introdução
no mercado de produtos, processos, métodos
ou sistemas não existentes anteriormente
ou com alguma característica nova e
diferente da até então em vigor.
GUIMARÃES, Fábio
Celso de Macedo Soares. FINEP. Rio
de Janeiro, 2000.
INOVAÇÃO
GERENCIAL E ORGANIZACIONAL - compreende
a
introdução de estruturas organizacionais
substancialmente modificadas, a
implementação de técnicas
avançadas de gestão, bem como
a implementação de orientação
estratégica corporativa nova ou substancialmente
modificada.
INOVAÇÃO DE PROCESSO TECNOLÓGICO-
É a adoção de métodos
de produção novos ou significativamente
melhorados, incluindo métodos de entrega
dos produtos. Tais métodos podem envolver
mudanças no equipamento ou na organização
da produção, ou uma combinação
dessas mudanças, e podem derivar do
uso de novo conhecimento. Os métodos
podem ter por objetivo produzir ou entregar
produtos tecnologicamente novos ou aprimorados,
que não possam ser produzidos ou entregues
com os métodos convencionais de produção,
ou pretender aumentar a produção
ou eficiência na entrega de produtos
existentes. Em algumas indústrias de
serviço, a distinção
entre processo e produto pode ser nebulosa.
Por exemplo, uma mudança de processo
em telecomunicações para introdução
de uma rede inteligente pode permitir a oferta
ao mercado de um conjunto de novos produtos,
tais como espera de chamada ou visualização
da chamada. Para um melhor entendimento sugerimos
consultar o Manual Oslo.
OECD. Oslo Manual. Paris,
OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.51.
INOVAÇÃO DE PROCESSO E PRODUTO
TECNOLÓGICO EM NÍVEL MUNDIAL
- Uma inovação
PTT em nível mundial ocorre na
primeira vez em que um produto ou processo
novo ou aprimorado é implantado. Inovações
PPT em nível da empresa apenas ocorre
quando é implantado um novo produto
ou processo que seja tecnologicamente novo
para a unidade em questão, mas que
já tenha sido implantado em outras
empresas e setores industriais.
OECD. Oslo Manual. Paris,
OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.52.
INOVAÇÃO DE PRODUTOS E PROCESSOS TECNOLÓGICOS
(PPT) - Compreende as implantações
de produtos e processos tecnologicamente novos
e substanciais melhorias tecnológicas
em produtos e processos. Uma inovação
PPT é considerada implantada se tiver
sido introduzida no mercado (inovação
de produto) ou usada no processo de produção
(inovação de processo). Uma
inovação PPT envolve uma série
de atividades científicas, tecnológicas,
organizacionais, financeiras e comerciais.
Uma empresa inovadora em PPT é uma
empresa que tenha implantado produtos ou processos
tecnologicamente novos ou com substancial
tecnológica durante o período
em análise. A exigência mínima
é que o produto ou processo deve ser
novo (ou substancialmente melhorado) para
a empresa (não precisa ser novo no
mundo). Estão incluídas inovações
relacionadas com atividades primárias
e secundárias, bem como inovações
de processos em atividades similares.
OECD. Oslo Manual. Paris,
OCDE/Eurostat, 1997, cap.3. pag 47.
INOVAÇÃO
GERENCIAL E ORGANIZACIONAL - compreende
a introdução de estruturas organizacionais
substancialmente modificadas; a implementação
de técnicas avançadas de gestão,
bem como a implementação de
orientação estratégica
corporativa nova ou substancialmente modificada
Oslo Manual, OECD, 1997,
pág. 54
INOVAÇÃO INCREMENTAL- É
a introdução de qualquer tipo
de melhoria em um produto, processo ou organização
da produção dentro de uma empresa,
sem alteração na estrutura industrial.
LEMOS C., Inovação
na Era do Conhecimento. IN: Parcerias
Estratégicas, nº8, maio, 2000,
MCT.
INOVAÇÃO
PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL - Criação
de tecnologias,
processos e metodologias originais que possam
vir a se constituir em propostas de novos
modelos e paradigmas para o enfrentamento
de problemas sociais, combate à pobreza
e promoção da cidadania.
FINEP. Departamento de Estudos
e Estratégias Sociais. Rio de Janeiro,
2000.
INOVAÇÃO RADICAL- É a introdução
de um novo produto, processo ou forma de organização
da produção inteiramente nova.
Este tipo de inovação pode representar
uma ruptura estrutural com o padrão
tecnológico anterior, originando novas
indústrias, setores ou mercados.
LEMOS C., opus cit.
INOVAÇÃO
TECNOLÓGICA DE PROCESSO - compreende
as implantações de processos
tecnologicamente novos bem como substanciais
melhorias tecnológicas em processos;
é considerada implantada se tiver sido
utilizada no processo de produção.
Política Operacional
FINEP
INOVAÇÃO
TECNOLÓGICA DE PRODUTO - compreende
as implantações de produtos
tecnologicamente novos bem como substanciais
melhorias tecnológicas em produtos;
é considerada implantada se tiver sido
introduzida no mercado.
Política Operacional
FINEP
INOVAÇÃO
TECNOLÓGICA DE SERVIÇOS
- compreende as implantações
de serviços tecnologicamente novos
bem como substanciais melhorias tecnológicas
em serviços.
Política Operacional
FINEP
INVENÇÃO- É uma concepção
resultante do exercício da capacidade
de criação do homem, que represente
uma solução para um problema
técnico específico, dentro de
um determinado campo tecnológico e
que possa ser fabricada ou utilizada industrialmente.
O certificado de adição de invenção
é um aperfeiçoamento ou desenvolvimento
introduzido no objeto de determinada invenção.
A proteção é cabível
para o depositante ou titular da invenção
anterior a que se refere (Art. 76 da LPI).
O desenho industrial é a forma plástica
ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental
de linhas e cores que possa ser aplicado a
um produto, proporcionando resultado visual
novo e original na sua configuração
externa e que possa servir de tipo de fabricação
industrial (Art. 95 da LPI).
INPI. Patentes e Desenhos Industriais.
Capturado em 10 jun. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.inpi.gov.br
INVESTIDOR
INSTITUCIONAL - Instituição
que dispõe de um grande volume de recursos
para investimento e possui necessidade de
garantir certa rentabilidade ou retorno atuarial,
para renda patrimonial, reserva de risco ou
pagamento de pensões.
FINEP. Projeto Inovar :
Glossário. Capturado em 10 jul. 2000.
On line. Disponível na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
ISO
- International Standards Organization
- ISO ( Organização Internacional
de Normalização).
ISO
9000 - Designação do conjunto
de cinco normas internacionais sobre Gerência
da Qualidade e Garantia da Qualidade. Normas
de gestão da qualidade e garantia da
qualidade – Diretrizes para seleção
e uso. (NB 9000).
ISO
9000 - (NB – 9001)
– Sistemas de qualidade – Modelo
para garantia da qualidade em projeto / desenvolvimento,
produção, instalação
e assistência técnica.
ISO
9000 - (NB – 9002)
– Sistemas de qualidade – Modelo
para garantia da qualidade em produção
e instalação.
ISO
9000 - (NB – 9003)
– Sistemas de qualidade – Modelo
para garantia da qualidade em inspeção
e ensaios finais.
ISO
9000 - (NB – 9004)
– Gestão da qualidade e elementos
do sistema de qualidade – Diretrizes.
A
numeração NB-9000, NB-9001,
NB-9002, NB-9003 e NB-9004 é da ABNT.
Elas foram registradas no INMETRO como NBR
19000, NBR 19001, NBR 19002, NBR 19003 e NBR
19004. Apenas os registros são diferentes,
o conteúdo das normas é o mesmo
e corresponde à tradução
das ISO originais.
NBR ISO8402 – Gestão da qualidade
e garantia da qualidade – Terminologia.
Rio de Janeiro, ABNT, jul.1993.
FUNDAÇÃO CHRISTIANO OTTONI.
Glossário da Qualidade Total.
Elaborado por Alberto Amarante Macedo e Francisco
l. Póvoa Filho. Belo Horizonte, Fundação
Christiano Ottoni, 1995.
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J
Não existem termos com essa
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K
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letra
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L
LICENÇA
DE FABRICAÇÃO OU UTILIZAÇÃO
DE PATENTES - Cessão de direitos
por parte de pessoas físicas ou jurídicas,
de propriedade sobre desenhos e especificações
de produtos sujeitos a processos definidos
de industrializações patenteados
e registrados no Brasil e no país de
origem, obrigado à vinculação
duradoura entre as partes contratantes.
LONGO, W.P. Conceitos Básicos
sobre Ciência e Tecnologia. Rio
de Janeiro, FINEP, 1996. v.1.
LINHAS
DE ATUAÇÃO - Macro-objetivos
da atuação da FINEP a serem
atendidos por um conjunto de produtos.
FINEP. Sistema de Indexadores
para a FINEP. Rio de Janeiro, 1994.
LIQUIDAÇÃO
- Processo final de uma operação
de compra e venda de valores mobiliários,
quando ocorre a liquidação física
(transferência de títulos) e
financeira (transferência de dinheiro).
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
LOVE
MONEY - É o capital inicial com
que os empreendedores contam para iniciar
seu negócio sem contrair encargos financeiros,
em geral oriundo de suas poupanças
pessoais ou de seus familiares.
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
LUCRO LÍQUIDO POR AÇÃO
- Valor representativo do ganho por ação
obtido durante um determinado período
de tempo. Obtido através da divisão
do lucro líquido da empresa pelo número
de ações.
http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
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M
MANAGEMENT BUY-IN - É o processo
de aquisição de uma empresa
por um grupo de executivos externos a ela,
que obtiveram apoio financeiro para tocarem
eles próprios a empresa, desalojando
os antigos executivos.
FINEP. Projeto Inovar :
Glossário. Capturado em 10 jul. 2000.
On line. Disponível na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
MANAGEMENT
BUY-OUT - É o processo de aquisição
de uma empresa pelos próprios executivos
que nela trabalham, em geral associados a
fundos de investimento.
FINEP. Projeto Inovar :
Glossário. Capturado em 10 jul. 2000.
On line. Disponível na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
MARCA- Marca, segundo a lei brasileira, é todo sinal
distintivo, visualmente perceptível,
que identifica e distingue produtos e serviços
de outros análogos, de procedência
diversa, bem como certifica a conformidade
dos mesmos com determinadas normas ou especificações
técnicas. Para obter o registro de
uma marca, é necessário apresentar
o pedido ao INPI, que o examinará com
base nas normas legais estabelecidas pela
Lei da Propriedade Industrial e nas resoluções
administrativas. INPI.
Marca. Capturado em 10 jun. 2000. On line.
Disponível na Internet. http://www.inpi.gov.br
Ou ainda
MARCA
- Qualquer palavra, nome, símbolo
ou qualquer forma ou meio de expressão,
ou uma combinação destes, adotados
por um produtor ou comerciante, para identificar
seus bens e distingui-los daqueles produzidos
ou vendidos por terceiros.
BARBOSA, Antônio Luiz
Figueira. Sobre a propriedade do trabalho
intelectual: uma perspectiva crítica.
Rio de Janeiro, Editora UFRJ. 1999.
MARKETING
- Atividades relacionadas com o lançamento
de um produto tecnologicamente novo ou aprimorado.
Podem incluir pesquisa preliminar de mercado,
testes de mercado e propaganda de lançamento,
mas excluem o prédio ou as redes de
distribuição para comercialização
das inovações. Constitui uma
atividade de inovação PPT necessária
para implantação de um produto
tecnologicamente novo ou aprimorado (ou, mais
raramente, um novo processo). Não é
uma atividade de inovação PPT
quando é executada puramente para inovação
organizacional, por exemplo, uma campanha
para promover as novas estrutura e imagem
corporativa de uma empresa, ou como parte
de outros melhoramentos criativos de produto,
por exemplo, a publicidade para a linha de
roupas de primavera, ou para manter a participação
no mercado de produtos que continuam essencialmente
inalterados, por exemplo, sabão em
pó.
OECD. Oslo Manual. Paris, OCDE/Eurostat,
1997, cap.3, pag.60-1.
MELHORIA
DA QUALIDADE - Ações
implementadas em toda a organização
de aumentar a eficácia e a eficiência
das atividades e dos processos, para proporcionar
benefícios adicionais tanto à
organização quanto aos clientes.
NBR ISO8402 – Gestão
da qualidade e garantia da qualidade –
Terminologia. Rio de Janeiro, ABNT, jul.1993.
MERCADO
DE BALCÃO - Mercado de títulos
em que as operações são
fechadas não num pregão físico,
mas via telefone entre instituições
financeiras. A SOMA oferece para as empresas
no Brasil um mercado de balcão já
organizado.
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
MERCADO
DE CAPITAIS - Conjunto de empresas, investidores,
instituições intermediárias
e entidades reguladoras que executam ou promovem
operações envolvendo valores
imobiliários, ou seja, destinados a
investimentos fixos ou de longo prazo das
companhias abertas.
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
MÉTODO OU METODOLOGIA
CIENTÍFICA - Consiste na definição
das questões levantadas pela observação
de algum fenômeno, postulação
de hipóteses que expliquem a ocorrência
do fenômeno, experimentação
para verificar essas hipóteses, formação
de um modelo ou teoria fundamentada nas hipóteses
e resultados da evidência experimental,
validação, crítica das
conclusões e resultados, bem como as
recomendações finais.
LONGO, W.P. Conceitos Básicos
sobre Ciência e Tecnologia. Rio
de Janeiro, FINEP, 1996.v.1.
MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICA-
Significa a utilização (e
não necessariamente domínio)
de tecnologias mais atualizadas ou avançadas do que
as utilizadas anteriormente. Para os países
industrializados é o corolário
do crescimento econômico.
GUIMARÃES, Fábio
Celso de Macedo Soares. A Política
de Incentivo à Inovação.
Rio de Janeiro. FINEP, 2000.
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P
PARADIGMA
TECNO-ECONÔMICO - É caracterizado
por sistemas tecnológicos
hegemônicos que refletem um ciclo longo
da economia com origem em inovações radicais que alteram significativamente
os mercados e a estrutura de produção.
Ex.: Paradigma Tecno-Econômico gerado
pelas inovações oriundas da micro-eletrônica.
FREEMAN ,C. e PEREZ
,C., in Technical Change and Economic Theory.
London, 1988.
PARQUES TECNOLÓGICOS - "Parques-tecnológicos"
são iniciativas planejadas que visam
criar condições favoráveis
para que as tecnologias desenvolvidas nas
universidades e institutos de pesquisa e desenvolvimento
sejam transferidas para o setor de produção,
via pesquisadores que criam ou participam
da criação de empresas com o
emprego das tecnologias
geradas. Os importantes elementos para a caracterização
dos parques tecnológicos seriam, portanto,
o seu caráter planificado e presença
de empresas nascentes criadas a partir de tecnologias
geradas nas instituições de
P&D.
FREEMAN ,C. e PEREZ ,C.,
in Technical Change and Economic Theory.
London, 1988.
A Experiência Brasileira: o Caso de
São Paulo. IN: SEMINÁRIO INTER.
DE PARQUES TECNOLÓGICOS, anais, 107,
Rio de Janeiro, 1987.
ou ainda
PARQUES
TECNOLÓGICOS
Cinco condições identificam
um parque-tecnológico, quais sejam:
existência de um projeto
cooperativo entre empresas;
vinculação objetiva
com atividades de pesquisa;
existência de uma base
física para o projeto;
existência de uma proposta
de estímulos à criação
de novas empresas, possivelmente incluindo
uma incubadora;
caracterização
de uma ação planejada por empresas
e governo conjuntamente.
GUEDES PEREIRA, Maurício et Al. A Experiência Brasileira.
IN: SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE PARQUES
TECNOLÓGICOS, anais, pag. 108-157,
Rio de Janeiro, dez 1987.
Ou ainda
PARQUES
TECNOLÓGICOS - Parque-tecnológico
pode ser considerado um caso bastante particular
de pólo-tecnológico, e poderia
ser conceituado como um complexo-tecnológico-industrial
de base científico-tecnológica,
composto por empresas de base tecnológica
e com caráter formal e concentrado,
tendo como marca adicional o fato de ser planejado
e visar basicamente à criação
de empresas novas como veículo de materialização
de tecnologias desenvolvidas ou aperfeiçoadas nos
centros de P&D a ele vinculados. Na verdade,
com esse estrito conceito, poucos casos no
Brasil podem de fato ser vistos como parques-tecnológicos.
GUIMARÃES, Fábio
Celso de Macedo Soares. A interação
entre pesquisa & desenvolvimento e produção
industrial no Brasil. Rio de Janeiro.
MCT, 1992.
Ou ainda
PARQUES TECNOLÓGICOS - Parques Tecnológicos
são áreas, geralmente ligadas
a algum importante centro de ensino ou pesquisa, com infra-estrutura necessária para
a instalação de empresas produtivas
baseadas em pesquisa e desenvolvimento tecnológico.
Pela limitação da área
física, própria dos Parques
Tecnológicos, esse instrumento de inovação
tecnológica se adapta melhor às
necessidades de pequenas empresas que têm
na Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico
seu principal insumo.
ANPROTEC. Parques Tecnológico.
Capturado em 18 ago. 2000. On line. Disponível
na Internet . http://www.anprotec.org.br/anprotec.htm
PATENTE- A pesquisa e o desenvolvimento para
elaboração de novos produtos
requerem, na maioria das vezes, grandes investimentos.
Proteger esses produtos através de
uma patente ou de um registro significa prevenir-se
de que competidores copiem e vendam esse produto
a um preço mais baixo, uma vez que
eles não foram onerados com os custos
da pesquisa e desenvolvimento do produto. A proteção
conferida pela patente e pelo registro de
desenho industrial é, portanto, um
valioso e imprescindível instrumento
para que a invenção e a criação
industrializável se tornem um investimento
rentável. Patente e Registro de Desenho
Industrial são títulos de propriedade
temporária sobre uma invenção,
modelo de utilidade ou desenho industrial,
outorgados pelo Estado aos inventores ou autores
ou outras pessoas físicas ou jurídicas
detentoras de direitos sobre a criação.
Em contrapartida, o inventor se obriga a revelar
detalhadamente todo o conteúdo técnico
da matéria protegida pela patente ou
pelo registro. Durante o prazo de vigência
da patente ou registro, o titular tem o direito
de excluir terceiros, sem sua prévia
autorização, de atos relativos
à matéria protegida, tais como
fabricação, comercialização,
importação, uso, venda, etc.
Para a Organização
Mundial de Propriedade Industrial - OMPI,
a patente é um documento expedido por
um órgão governamental, que
descreve a invenção e cria um
situação legal, na qual a invenção
patenteada pode normalmente ser explorada
(fabricada, importada, vendida e usada) com
autorização do titular.
INPI. Patente e Desenho Industrial. Capturado em 10 jun. 2000.
On line. Disponível na Internet . http://www.inpi.gov.br
PATENTEAMENTO - A
característica principal do documento
de patente é o requisito de patenteabilidade,
o que significa que só é patenteável
a invenção que atenda
aos requisitos de novidade, isto é, que
não tenha sido divulgada antes, que seja
inédita, portanto que não tenha
existido ainda, que possua atividade inventiva,
e aplicação industrial, passível,
portanto, de ser comercializada . A Invenção
é considerada nova quando não
está inserida no estado da técnica,
e este é constituído por todo
o registro de acesso público antes da
data de depósito do pedido de patente,
por descrição escrita ou oral,
por uso ou qualquer outro meio, no país
de origem ou no exterior.
INPI. Patente e Desenho
Industrial. Capturado em 10 jun. 2000. On
line. Disponível na Internet. http://www.inpi.gov.br
P&D- ver
Pesquisa
e Desenvolvimento
PDTI/PDTA
- PROGRAMAS DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
INDUSTRIAL OU PROGRAMAS DE DESENVOLVIMENTO
TECNOLÓGICO AGROPECÁRIO -
Os Programas de Desenvolvimento Tecnológico
Industrial e Agropecuário (PDTI/PDTA)
têm por finalidade a capacitação
da empresa, com a criação
e manutenção de estrutura
própria de gestão tecnológica.
O PDTI ou PDTA dever· ser composto
por um conjunto articulado de linhas
de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico.
Na realização do PDTI ou PDTA,
poderão ser contempladas a contratação
das atividades compreendidas nos programas
com instituições de pesquisa
e outras empresas, mantida com a titular,
a responsabilidade, o risco
empresarial, a gestão e o controle
da utilização dos resultados.
PESQUISA - É uma atividade realizada com o objetivo
de produzir novos conhecimentos, geralmente,
envolvendo experimentação. Na
maior parte das vezes, é utilizada
para designar atividades que poderiam ser
denominadas de censo, levantamento de dados
ou coleta de informações. Três
categorias podem ser distinguidas no âmbito
da pesquisa:
LONGO, W.P. Conceitos Básicos sobre Ciência e Tecnologia.
Rio de Janeiro, FINEP, 1996. V.1.
PESQUISA APLICADA-
É uma investigação
original concebida pelo interesse em adquirir
novos conhecimentos. É, entretanto,
primordialmente dirigida em função
de um objetivo prático específico.
A pesquisa aplicada é realizada
ou para determinar os possíveis usos
para as descobertas da pesquisa básica ou para
definir novos métodos ou maneiras de
alcançar um certo objetivo específico
e pré-determinado. Ela envolve consideração
de conhecimento disponível e sua ampliação
com vistas à solução
de problemas específicos. No Setor
Empresarial, a distinção entre
pesquisa básica e aplicada será
freqüentemente marcada pela criação
de um novo projeto para explorar os resultados
promissores de um programa de pesquisa básica.
Os resultados da pesquisa aplicada são
hipotética e fundamentalmente válidos
para apenas um ou para um número limitado
de produtos, operações, métodos
e sistemas. A pesquisa aplicada operacionaliza
as idéias. Os conhecimentos ou informações
dela advindos são quase sempre patenteados,
podendo contudo se manterem sob sigilo.
OECD. Frascati Manual.
Paris, OCDE, 1993, cap.2, pag.29
PESQUISA BÁSICA - Estudo teórico
ou experimental que visa contribuir de forma
original ou incremental para a compreensão
sobre os fatos e fenômenos observáveis,
teorias, sem ter em vista uso ou aplicação
específica imediata. A pesquisa básica
analisa propriedades, estruturas e conexões
com vistas a formular e comprovar hipóteses,
teorias etc. Os resultados da pesquisa básica,
geralmente não negociáveis,
são, no mais das vezes, publicados
em periódicos científicos ou
postos em circulação entre os
pares. Portanto, o cientista gera e consome
conhecimento. O produto da ciência
é basicamente um novo conhecimento,
que é repassado através da informação,
tendo como suporte o documento. O domínio
público da literatura científica
faz parte do processo de comunicação
científica. Sua atividade mais importante
é a avaliação da produção
científica feita pelos pares, pelos
"referees" , cujo resultado é determinante
para que a publicação ocorra
e consequentemente para o seu reconhecimento.
Eventualmente, a pesquisa básica pode
ser declarada secreta ou confidencial por
razões de segurança. A pesquisa
básica é comumente executada
por cientistas que estabelecem suas próprias
metas e, em grande parte, organizam o seu
próprio trabalho. Contudo, em alguns
casos, a pesquisa básica pode ser fundamentalmente
orientada ou dirigida em função
de áreas mais amplas de interesse geral.
Tal tipo de pesquisa é, às vezes,
chamado de "pesquisa básica orientada".
OECD. Frascati Manual.
Paris, OCDE, 1993, cap.2, pag.29
PESQUISA
CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
- é o trabalho criativo
efetuado de forma sistemática procurando
aumentar o estoque de conhecimento humano
e o uso desse estoque de conhecimento para
imaginar novas aplicaveís.
PESQUISA E DESENVOLVIMENTO –
P&D - É O trabalho criativo
e empreendido em base sistemática com
vistas a aumentar o estoque de conhecimento,
incluindo o conhecimento do homem, da cultura
e da sociedade, e ao uso desse estoque para
perscrutar novas aplicações.
Três categorias podem ser distinguidas
em P&D:
OECD. Frascati Manual. Paris, OCDE, 1993, cap.2, pag.29
Ou ainda
PESQUISA
E DESENVOLVIMENTO EXPERIMENTAL – P&D
- A pesquisa e desenvolvimento experimental
(P&D) compreendem trabalho criativo executado
de forma sistemática para aumentar
o estoque de conhecimento, inclusive o conhecimento
sobre o homem, a cultura e a sociedade e o
uso desse estoque de conhecimento para imaginar
novas aplicações (conforme definido
no Frascati Manual). A construção
e os ensaios de um protótipo são
geralmente a fase mais importante do desenvolvimento
experimental. Um protótipo é um modelo original (ou situação
de ensaio) que inclui todas as características
técnicas e desempenhos do novo produto
ou processo. A aceitação de
um protótipo freqüentemente significa
que a fase de desenvolvimento experimental
está concluída e as demais fases
do processo de inovação terão
início (mais orientação
a esse respeito pode ser encontrada no Frascati
Manual). O desenvolvimento de software
é classificado como P&D se envolver a realização
de avanço científico ou tecnológico
e/ou solução de incertezas científicas/tecnológicas
em bases sistemáticas.
OECD. Oslo Manual.
Paris, OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.10-12.
PLANEJAMENTO
DA QUALIDADE - Atividades que determinam
os objetivos e os requisitos para a qualidade,
assim como os requisitos para aplicação
dos elementos que compõem o sistema
da qualidade. O planejamento da qualidade
inclui:
Planejamento do produto –
identificação, classificação
e ponderação das características
relativas à qualidade, bem como a definição
dos objetivos, dos requisitos para a qualidade
e das restrições;
Planejamento gerencial e operacional
– preparação da aplicação
do sistema da qualidade, incluindo a organização
e a programação;
Preparação de
planos da qualidade e a identificação
de ações para a melhoria da
qualidade.
NBR ISO8402 – Gestão da qualidade e garantia da qualidade
– Terminologia. Rio de Janeiro,
ABNT, jul.1993.
PLANO
DE NEGÓCIOS - instrumento que define
o planejamento da
estratégia de uma empresa, visando
identificar seu potencial de exploração
mercadológica, econômica e empresarial,
abordando os aspectos tecnológico,
financeiro, organizacional, gerencial, mercadológico,
jurídico e de propriedade intelectual.
Política Operacional
FINEP
POLÍTICA
DA QUALIDADE - Intenções
e diretrizes globais de uma organização
relativas à qualidade, formalmente
expressas pela alta administração.
A política da qualidade é um
dos elementos da política da empresa
e é aprovada pela alta administração.
NBR ISO8402 – Gestão
da qualidade e garantia da qualidade –
Terminologia. Rio de Janeiro, ABNT, jul.1993.
PÓLO TECNOLÓGICO- Muitos autores
consideram essa denominação
apenas uma alternativa para parques tecnológicos
ou para outras expressões como tecnópolis,
etc. Entretanto, vale a pena observar a conceituação
que alguns especialistas adotam a respeito.
Nascimento e Perilo não enfatizam a
diferença entre pólo e parque
tecnológico e aparentemente adotam
uma acepção comum como se percebe
pelo trecho a seguir: "Independentemente de
uma definição precisa, o conceito
de Pólos Tecnológicos surgiu
nos Estados Unidos e se caracterizou principalmente
a partir do desenvolvimento tecnológico-industrial
havido no Vale do Silício (Califórnia)
e na Estrada 128 (Massachussets), que se transformaram
em grandes centros industriais voltados para
eletrônica, em especial informática.
"O aparecimento
das concentrações industriais
está relacionado à capacidade
de universidades de alto nível, localizadas
nessas regiões, atraírem ou
propiciarem a criação de empresas
em ramos de atividades nas quais tais universidades
possuíam centros de excelência,
como decorrência de um fluxo de informações
que se formaria das universidades em direção
às empresas. Além disso, a concentração
espacial de empresas atuando em ramos afins
passou a ser vista como extremamente benéfica
em função do aparecimento de
economias externas de escala e de grande troca
de experiências resultantes da rotatividade
e do intercâmbio de informações
entre o pessoal dessas empresas. Essa interpretação,
por sua vez, gerou a crença de que
a aglomeração de empresas seja
fator positivo para o desenvolvimento industrial
em ramos de atividade de alta tecnologia.
O conceito de Pólo Tecnológico
é uma decorrência direta dessas
duas interpretações."
GUIMARÃES, Fábio
Celso de Macedo Soares. A interação
entre pesquisa & desenvolvimento e produção
industrial no Brasil. Rio de Janeiro.
PERILO, Sérgio & NASCIMENTO, Paulo.
A Tecnologia como Condicionamento do Perfil
de um Pólo Tecnológico.
IN: XVI SIMPÓSIO NACIONAL DE PESQUISA...,
anais, Vol. II, PACTo/FEA/USP, p. G-23 - G-39,
Rio de Janeiro, out. 1991.MCT,1992.
Ou ainda
PÓLO
TECNOLÓGICO/TECNÓPOLIS - São
grandes áreas com infra-estrutura necessária
para unidades produtivas que realizam atividades
de baixa ou grande escala, baseadas em pesquisa
e desenvolvimento tecnológico.
Nessas áreas, são oferecidos
serviços que facilitam a obtenção
de recursos tecnológicos e humanos
de alto nível, acesso a centros de
investigações, bibliotecas e
serviços de documentação
especializada e de contratação
de projetos tecnológicos.
ANPROTEC. Parques Tecnológico.
Capturado em 18 ago. 2000. On line. Disponível
na Internet . http://www.anprotec.org.br/anprotec.htm
PPT
- ver
Inovação
de Produtos e Processos Tecnológicos
(PPT)
PRÉ-INVESTIMENTO
- Estudos técnicos e econômicos
necessários às atividades de
investimento. Inclui a elaboração
de estudos de viabilidade e anteprojetos,
engenharia de projeto básico, engenharia de
detalhamento, estudo de impacto ambiental
e outros regulados através de legislação
específica ( EIA / RIMA ).
FINEP. Sistema de Indexadores
para a FINEP. Rio de Janeiro, 1994.
Ou ainda
PRÉ-INVESTIMENTO
- Estudos e projetos que se caracterizam
pela capacidade de racionalizar investimentos,
seja na área do planejamento público
ou privado, seja em obras de infra-estrutura
econômica e social, seja na manufatura,
seja nos serviços. Outra característica
do pré-investimento é seu conteúdo
intelectual. Geralmente mais de oitenta por
cento do seu custo refere-se ao uso de mão-de-obra
especializada.
OECD. Frascati Manual.
Paris, OCDE, 1993, cap.2, pag.29
PRODUTO TECNOLOGICAMENTE APERFEIÇOADO-
É um produto existente cujo desempenho
tenha sido significativamente aprimorado ou
elevado. Um produto simples pode ser aprimorado
(em termos de melhor desempenho ou menor custo)
através de componentes ou materiais
de desempenho melhor, ou um produto complexo
que consista em vários subsistemas
técnicos integrados pode ser aprimorado
através de modificações
parciais em um dos subsistemas. Produtos tecnologicamente
aprimorados podem ter grandes e pequenos efeitos
na empresa. A substituição de
metais por plástico nos equipamentos
de cozinha ou mobílias é um
exemplo de uso de componentes de melhor desempenho.
A introdução de freios ABS ou
outras melhorias de subsistemas em carros
é um exemplo de mudanças parciais
em alguns subsistemas técnicos integrados.
A distinção entre um produto
tecnologicamente novo e um produto tecnologicamente
aprimorado pode apresentar dificuldades em
alguns setores, especialmente no de serviços.
OECD. >Oslo Manual
>. Paris, OCDE/Eurostat, 1997, cap.3,
pag.47. . Paris, OCDE/Eurostat, 1997,
cap.3, pag.47.
PRODUTO
TECNOLOGICAMENTE NOVO - É um produto
cujas características tecnológicas
ou usos pretendidos diferem daqueles dos produtos
produzidos anteriormente. Tais inovações
podem envolver tecnologias radicalmente novas,
podem basear-se na combinação
de tecnologias existentes em novos usos, ou
podem ser derivadas do uso de novo conhecimento.
Os primeiros microprocessadores e gravadores
de videocassete foram exemplos de produtos
tecnologicamente novos do primeiro tipo, utilizando
tecnologias radicalmente novas. O primeiro
toca fitas portátil, que combinava
as técnicas existentes de fita e mini-fones
de cabeça, foi um produto tecnologicamente
novo do segundo tipo, combinando tecnologias
existentes em um novo uso. Em cada caso, o
produto geral não existia anteriormente.
OECD. Oslo Manual.
Paris, OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.47.
PROGRAMAS
- Conjuntos de ações e projetos coordenados que têm
como objetivo atingir, em um prazo determinado
e com recursos humanos, materiais e financeiros
definidos, um resultado em termos da solução
de um problema ou do aproveitamento de uma
oportunidade. Um programa da FINEP, necessariamente,
tem que atender aos seguintes requisitos básicos:
ter o objetivo explícito;
ter o resultado esperado claramente
especificado, em consonância com a missão
e negócio da FINEP, bem como os impactos
previstos do ponto de vista econômico,
social, de meio ambiente e de ciência
e tecnologia,
onde couber;
ter relacionado o conjunto
inicial de ações com a indicação
de possíveis entidades líderes
e participantes;
ter as estimativas de prazos
e de recursos financeiros, humanos e materiais
necessários explicitados;
ter o segmento econômico
ou social a ser beneficiado delimitado.
FINEP. Estabelecimento de Programas e Ações Estratégicas.
IN: NORMA N-PDEM/03.00/1999.Rio de Janeiro,
FINEP, 1999.
PROJETO - Atividade ou conjunto coordenado de atividades
dirigidas para alcançar objetivos explícitos
e justificados, segundo uma metodologia definida
e empregando recursos humanos e materiais
durante um certo período de tempo.
FINEP. Sistema de Indexadores
para a FINEP. Rio de Janeiro, 1994.
PROJETO
DE DETALHAMENTO - Compreende os cálculos
definitivos, o projeto executivo de construção,
instalação e montagem, e a elaboração
das especificações para compra
ou fabricação de equipamentos
e materiais.
LONGO, W.P. Conceitos Básicos
sobre Ciência e Tecnologia. Rio
de Janeiro, FINEP, 1996.
PROJETO
DE ENGENHARIA BÁSICA - Compreende
os diagramas detalhados de fluxo, exigências
gerais de operação, descrição
completa de processos, balanço de energia
e materiais consumidos, cálculo das
dimensões principais dos grandes equipamentos
e dos sistemas de utilidade, localização
dos componentes, especificações
de materiais, normas etc.
LONGO, W.P. Conceitos
Básicos sobre Ciência e Tecnologia.
Rio de Janeiro, FINEP, 1996.
PROPRIEDADE
INTELECTUAL - A
propriedade, no seu sentido lato, é
o poder irrestrito de uma pessoa sobre um
bem. A propriedade dos bens imateriais é
regida por regras específicas constituindo
o Direito de Propriedade Intelectual. A propriedade
é irrestrita quando não está
condicionada a parâmetros que a restrinjam
ou limitem. É restrita quando fica
condicionada a certas prerrogativas, principalmente,
ligadas ao tempo e ao espaço. A propriedade
intelectual pode ser conceituada como o direito
de uma pessoa sobre um bem imaterial. As regras,
ou leis, que disciplinam esse direito, comumente,
estabelecem as relações de dependência
entre a propriedade de bem imaterial e alguns
parâmetros. A propriedade intelectual
está voltada para o estudo das concepções
inerentes aos bens tangíveis que, de
modo geral, podem ser enquadrados nas categorias:
artísticas, técnicas e científicas.
As criações artísticas
englobam as obras literárias, escritas
ou orais; as obras musicais, cantadas ou instrumentadas;
as obras estéticas bidimensionais (desenhos,
pinturas, gravuras, litografias, fotografias,
etc.) ou tridimensionais (esculturas e obras
de arquitetura). As criações
técnicas referem-se às invenções. As regras de propriedade, ou
de proteção, estão dispostas
nas leis de patentes estabelecidas pelas nações, as
quais, não obstante adotarem um consenso
universal, amoldam-se aos interesses específicos
de cada nação. As concepções
científicas são, por essência
as descobertas nos diversos campos da física,
da química, da biologia, da astronomia,
etc. A descoberta não é passível
de ser protegida. O autor de uma descoberta
não faz jus à sua propriedade:
quando muito é agraciado pelas academias
de ciência.
O fato pode ser interpretado por não
se considerar a descoberta como a criação
de algo novo. Trata-se, isto sim, de um fenômeno
natural, ignorado até então.
O autor teve o mérito de antecipar
a sua revelação, ou conhecimento
à humanidade. Trata-se de um descobridor,
não de um criador; não tendo
pois direito de propriedade. A propriedade
intelectual procura regular as ligações
do autor, ou criador, com o bem imaterial.
Estabelece as regras de procedimento para
a obtenção do privilégio,
bem como a atuação das autoridades
que intervêm nessa matéria.
DI BLASI, Clésio Gabriel. A propriedade
Industrial. Rio de Janeiro, Editora Guanabara
Dois S.A., 1982.
PROSPEÇÃO
TECNOLÓGICA - São "tentativas
sistemáticas para observar, a longo
prazo, o futuro da ciência, a tecnologia,
a economia e a sociedade, com o propósito
de identificar as tecnologias emergentes que
provavelmente produzirão os maiores
benefícios econômicos e/ou sociais"
-
OCDE
Ou ainda
PROSPEÇÃO
TECNOLÓGICA - Estudos sobre tendências
tecnológicas em setores industriais,
utilizando principalmente informações
contidas em documentos de patente
nacionais e estrangeiros, tanto em bases internadas
(Banco de Patentes e bases em CD-ROM) como
bases internacionais (ON-LINE), e outras de
ordem econômica e mercadológica.
INPI. Transferência de Tecnologia.
Capturado em 30 jun. 2000.
On line. Disponível na Internet . htt://www.inpi.gov.br
Ou ainda
PROSPEÇÃO
TECNOLÓGICA - Determinação
de possível evolução
futura das dimensões tecnológicas
de um determinado material, produto, processo,
equipamento ou serviço. MARTÍNEZ, Eduardo & ALBORNOZ, Mario. Indicadores de ciencia
y tecnología: Estado del arte
y perspectivas. Caracas, Unesco, 1998.
PROTÓTIPO - Significa, literalmente, " o primeiro
de um tipo". No início da era industrial,
o protótipo era o produto feito pelo
mestre, que depois deveria ser produzido em
massa. No projeto de produtos, a palavra protótipo
refere-se a dois tipos de representação
dos produtos. Primeiro, no sentido mais preciso
refere-se à representação
física do produto que será eventualmente
produzido industrialmente. Em segundo lugar,
usa-se o termo protótipo no sentido
mais lato, para qualquer tipo de representação
física construída com o objetivo
de realizar testes físicos. Os protótipos
são feitos em escala (1:1) e são
dotados de todos os mecanismos, inclusive
para a realização de testes
de seu funcionamento. Os protótipos
têm diversas utilidades no desenvolvimento de produtos.
Pode ser um excelente meio para apresentar
o novo produto aos consumidores potenciais
e outras pessoas da empresa. Pode ajudar o
designer a desenvolver novas idéias,
principalmente quando se trata de produtos
de complexidade tridimensional, que dificilmente
seriam visualizados no papel, e podem ser
usados também para visualizar a integração
entre os diversos componentes do produto.
Geralmente são construídos com
os mesmos materiais do produto final e tem
os mecanismos necessários, que o fazem
funcionar.
BAXTER, Mike . Projeto de
Produto: guia prático para o desenvolvimento
de novos produtos. Trad. Itiro Iida. São
Paulo, Editora Edgard Blucher Ltda., 1998.
ou ainda
PROTÓTIPO
- Modelo original representativo de alguma
criação nova, do qual todos
os objetos ou utensílios do mesmo tipo
são representações ou
cópias. É um modelo básico
detentor de características essenciais
do produto pretendido.
OECD. Frascati Manual.
Paris, OCDE, 1993, cap.2, pag.29
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Q
QUALIDADE
- A totalidade dos desempenhos em função
e características de um produto ou
serviço que se sustenta em sua possibilidade
efetiva para atender às necessidades
especificadas ou implícitas.
JURAN, J.M. & GRYNA, Frank
M. Controle da Qualidade, Conceitos, Políticas
e Filosofia da Qualidade. São Paulo,
Editora McGraw-Hill Ltda., 1991.
QUALIFICAÇÃO
PROFISSIONAL - Perfil de requisitos, competências,
conhecimentos, atitudes que um posto de trabalho
exige – ou que são demandadas
da pessoa que o ocupa. Significa também
ações de educação
profissional, que visam dotar a pessoa de
determinados requisitos exigidos para o trabalho.
MTB/PLANFOR.
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R
RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL
– RIMA - É o documento que
apresenta os resultados dos estudos técnicos
e científicos de avaliação
de impacto ambiental. Constitui
um documento do processo de avaliação
de impacto ambiental e deve esclarecer todos
os elementos da proposta em estudo, de modo
que possam ser divulgados e apreciados pelos
grupos sociais interessados e por todas as
instituições envolvidas na tomada
de decisão. A sigla RIMA apareceu,
pela primeira vez, no Estado do Rio de Janeiro,
na Norma Administrativa/CECA – NA 001,
estabelecida pela Deliberação
CECA nº 03, de 28/12/77, para designar
o Relatório de Influência no
Meio Ambiente. O Decreto nº 88.351, de
01/06/83, ao regulamentar a Lei nº 6
938, de 13/08/81, no parágrafo 2º,
do artigo 18, denomina Relatório de
Impacto Ambiental – RIMA ao documento
que será constituído pelo estudo
de impacto ambiental, a ser exigido para fins
de licenciamento das atividades modificadoras
do meio ambiente. EIR, EIS, ER, siglas usadas
de acordo com a legislação de
cada país. O mesmo ocorre com as expressões
em espanhol.
FUNDAÇÃO ESTADUAL
DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE. Vocabulário
Básico do Meio Ambiente, compilado
por Iara Verocai Dias Moreira. Rio de Janeiro,
Serviço de Comunicação
Social da Petrobrás, 1990.
REQUALIFICAÇÃO
PROFISSIONAL - Preparação
de pessoal para ampliar/renovar seu perfil
de competências, envolvendo mudança
de setor, ramo, ocupação, posto.
MINISTÉRIO DO TRABALHO.
MTB/PLANFOR.
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S
SEED
MONEY - É o capital fornecido à
empresa num estágio pré-operacional
para, por exemplo, a construção
de um protótipo, a condução
de uma pesquisa de mercado, a elaboração
de um plano de negócios e a contratação
dos executivos que vão tocar a empresa.
FINEP. Projeto
Inovar : Glossário. Capturado em
10 jul. 2000. On line. Disponível na
Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
SERVIÇOS DE ENGENHARIA- Serviços
temporários de assessoramento e/ou
consultoria, prestados por pessoas físicas
ou jurídicas, envolvendo conhecimentos
técnicos especializados, pressupondo
vínculo transitório entre as
partes.
LONGO, W.P. Conceitos
Básicos sobre Ciência e Tecnologia.
Rio de Janeiro, FINEP, 1996. V.1.
SERVIÇOS
TÉCNICOS ESPECIALIZADOS - Referem-se
aos serviços laboratoriais de aferição
e calibração, dosagens, determinações
e testes de desempenho para qualificação
de produtos e processos industriais, padronizados
e fundamentados em normas técnicas
ou procedimentos sistematizados.
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA
E TECNOLOGIA – MCT. Conceitos (Glossário).
1997.
SISTEMA
AMBIENTAL - Nos estudos ambientais, a
tendência mais recente é analisar
o meio ambiente como um sistema, o sistema
ambiental, definido como os processos e interações
do conjunto de elementos e fatores que o compõem,
incluindo-se, além dos elementos físicos,
biológicos e sócio-econômicos,
os fatores políticos e institucionais.
O sistema ambiental, para efeito de estudo,
pode ser subdividido sucessivamente em subsistemas,
setores, subsetores, fatores, componentes
ou elementos, existindo variações
de nomenclatura e método de classificação,
segundo a concepção de cada
autor. Alguns autores consideram dois subsistemas:
o geobiofísico e o antrópico
ou sócio-econômico, separando,
assim, o meio físico e o meio biológico
do meio cultural. Outros autores adotam três
subsistemas: o físico, o biológico
e o antrópico.
SISTEMA
DA QUALIDADE - Estrutura organizacional,
procedimentos, responsabilidades, processos
e recursos necessários para implementar
a gestão da qualidade. O sistema da
qualidade deve ter apenas a abrangência
necessária para atender os objetivos
da qualidade. O sistema de qualidade de uma
organização é concebido
essencialmente para satisfazer as necessidades
gerenciais internas da organização.
Ele é mais amplo do que os requisitos
de um cliente específico, que avalia
apenas a parte do sistema da qualidade que
lhe concerne.
BR ISO8402 – Gestão
da qualidade e garantia da qualidade –
Terminologia. Rio de Janeiro, ABNT, jul.1993.
Ou ainda
SISTEMA
DA QUALIDADE - Estrutura organizacional,
responsabilidades, procedimentos, processos
e recursos para implementação
da administração da qualidade.
JURAN, J.M. & GRYNA,
Frank M. Controle da Qualidade, Conceitos,
Políticas e Filosofia da Qualidade.
São Paulo, Editora McGraw-Hill
Ltda., 1991.
SISTEMA
DE GESTÃO AMBIENTAL - Conjunto
de procedimentos para gerir ou administrar
uma organização, de forma a
obter o melhor relacionamento com o meio ambiente.
Maimon, Dália. Passaporte
Verde: Gerência Ambiental e Competitividade.
Rio de Janeiro, Qualitymark, 1996. 120p.
SISTEMA DE INOVAÇÃO- Sistema Nacional,
Regional ou Local de Inovação
pode ser visto como uma rede de instituições
dos setores público (universidades,
centros de P&D, agências governamentais de fomento e financiamento,
empresas públicas e estatais, dentre
outros) e privado (empresas, associações
empresariais, ONGs, etc) cujas atividades
e interações geram, adotam,
importam, modificam e difundem novas tecnologias, sendo a inovação e o aprendizado
seus aspectos cruciais. LEMOS, C., opus
cit.
Ou ainda
SISTEMA
DE INOVAÇÃO - É um
conjunto de instituições distintas
que conjuntamente e individualmente contribuem
para o desenvolvimento e difusão de
tecnologias. Tal noção envolve,
portanto, não apenas empresas mas,
principalmente, instituições
de P&D, de financiamento, de governo, etc.
CASSIOLATO, J. E. & LASTRES, H. M., IN: Parcerias Estratégicas,
nº8, maio/2000, MCT.
SISTEMAS
DE PATENTE- O sistema de patentes é
entendido como um conjunto de regras que tratam
da proteção das invenções
e dos modelos industriais. A patente é
o direito outorgado pelo Governo de uma Nação
a uma pessoa, o qual confere a exclusividade
de exploração do objeto de uma
invenção, ou de um modelo
industrial, durante um determinado período
em todo o território nacional. Além
do direito de industrial, assegura a publicação
de novas tecnologias, garante o retorno do
investimento na pesquisa, desenvolvimento e produção
de uma nova tecnologia, domínio do mercado
onde vai ser desenvolvido e de outros mercados
potenciais, (principalmente onde a patente
tenha sido expandida) e disponibilidade da
informação técnica,
que além da exclusividade, tem também
a característica principal de completeza
por estar fundamentada na revisão do
estado da arte. O Sistema de Patentes está
estruturado à luz de quatro aspectos:
do direito, da economia, da técnica,
do progresso.
DI BLASI, Clésio Gabriel.
A propriedade Industrial. Rio de Janeiro,
Editora Guanabara Dois S.A., 1982.
SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO-
é o conjunto de instituições
públicas e privadas que, no âmbito
de um país, formulam, planejam, executam,
financiam, apóiam atividades de C,T&I,
bem como os usu¡ários e beneficiários
dessas atividades.
Política Operacional
FINEP
SISTEMA
NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - SISNAMA - Instituído
pela Lei nº 6.938 de 31/08/1981, que
dispõe sobre a Política Nacional
do Meio Ambiente, o SISNAMA reúne os
órgãos e entidades da União,
dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios
e dos Municípios que estejam envolvidos
com o uso dos recursos ambientais ou que sejam
responsáveis pela proteção
e melhoria da qualidade ambiental. Constituem
o SISNAMA: o Conselho Nacional do Meio Ambiente,
denominado Órgão Superior, com
a função de assistir o Presidente
da República na formulação
das diretrizes da Política Nacional
do Meio Ambiente; a SEMA, Órgão
Central, encarregada de promover, disciplinar
e avaliar a implementação dessa
política; os órgãos,
entidades e fundações da Administração
Pública Federal, chamados Órgãos
Setoriais, cujas atividades estejam associadas
ao uso dos recursos ambientais ou à
preservação da qualidade ambiental;
os órgãos, entidades e fundações
estaduais, Órgãos Seccionais,
responsáveis pelo planejamento e execução
das ações de controle ambiental;
os órgãos e entidades municipais,
Órgãos Locais, responsáveis,
em suas áreas de jurisdição,
pelo controle e fiscalização
das atividades modificadoras do meio ambiente.
FUNDAÇÃO ESTADUAL
DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE. Vocabulário
Básico do Meio Ambiente, compilado
por Iara Verocai Dias Moreira. Rio de Janeiro,
Serviço de Comunicação
Social da Petrobrás, 1990.
SISTEMAS
LOCAIS DE INOVAÇÃO - ver
Sistema de Inovação
Ver também
Sistema
Nacional de Inovação
SISTEMAS TECNOLÓGICOS- Conjuntos de
tecnologias interagindo entre si e oriundos
de diversas inovações radicais
e inovações incrementais mas,
em geral, com origem em apenas uma delas.
Ex.: Petroquímica.
QUIMARÃES, Fábio Celso de Macedo Soares. A interação
entre pesquisa & desenvolvimento e produção
industrial no Brasil. Rio de Janeiro.
MCT, 1992.
SOCIEDADE
DE CAPITAL FECHADO - Sociedade anônima
com propriedade restrita.
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet.http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
SPIN-OUT
- Uma nova empresa constituída
por um grupo maior para explorar novos desenvolvimentos
ou oportunidades de mercado recentes e onde
a equipe de gestão e o capitalista
de risco também têm uma quota
do capital.
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. ttp://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
START-UP
CAPITAL - É o capital fornecido
para a empresa iniciar suas atividades como,
por exemplo, o aluguel de sua sede, a aquisição
de equipamentos e instalações
e a contratação de pessoal
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet.
SUBVENÇÃO
ECONÔMICA -concessão de apoio
a empresas que estejam
executando Programas de Desenvolvimento TecnoLÓgico
Industrial ( PDTI) ou Programas de Desenvolvimento
TecnolÓgico Agropecu·rio (PDTA),
aprovados em conformidade com a Lei nº
8.661, de 2 de junho de 1993, de acordo com
critérios fixados pelo MCT.
O volume anual de recursos a ser utilizado
para subvencionar PDTI e PDTA
seráestabelecido na Lei Orçament·ria
Anual.
SYNDICATE
- Consórcio de investidores que
reúnem seu Know How e capital para
realizar investimentos em conjunto, reduzindo
o risco individual.
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
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T
TECNOLOGIA
- "Tecnologia é o conjunto ordenado
de conhecimentos empregados na produção
e comercialização de bens e
serviços, e que está integrada
não só por conhecimentos científicos
- provenientes das ciências naturais,
sociais, humanas, etc. - , mas igualmente
por conhecimentos empíricos que resultam
de observações, experiência,
atitudes específicas, tradição
(oral ou escrita), etc.
Sábato 1972:1 citado
em Barbosa, 1981, pág. 19
ou
TECNOLOGIA - Tecnologia
é o conjunto organizado de todos os
conhecimentos científicos, empíricos
ou intuitivos, empregados na produção
e comercialização de bens e
serviços. A tecnologia gerada ou aperfeiçoada
pela pesquisa e desenvolvimento experimental
pode exigir diferentes graus de elaboração
até o seu emprego numa unidade produtiva.
Essa elaboração exige os serviços
especializados de engenharia . Em outras palavras,
a tecnologia produzida pela pesquisa e desenvolvimento
experimental tem que ser "engenheirada" para
poder ser utilizada pelo setor produtivo.
Assim, para que os conhecimentos gerados pelas
universidades, institutos e outras organizações
envolvidas em pesquisa e desenvolvimento tenham
resultado concreto no setor produtivo, há
que se cuidar do estabelecimento de alta competência
em se "engenheirar". A estreita ligação
entre Ciência e Tecnologia fez surgir
o binômio Ciência e Tecnologia
- C&T e a forma de se comunicar estes
conhecimentos é através da informação.
LONGO, W.P. Conceitos Básicos
sobre Ciência e Tecnologia. Rio de Janeiro,
FINEP, 1996. v.1.
Ou ainda
TECNOLOGIA - O termo
tecnologia tem uma ampla conotação
e refere-se às técnicas, métodos,
procedimentos, ferramentas, equipamentos e
instalações que concorrem para
a realização e obtenção
de um ou vários produtos. O termo implica
o que fazer, por quem, por quê, para
quem e como fazer. Em geral, divide-se a tecnologia
em duas grandes categorias: tecnologia de
produto e tecnologia de processo. As de produto
são aquelas cujos resultados são
componentes tangíveis e facilmente
identificáveis, tais como: equipamentos,
instalações físicas,
ferramentas, artefatos, etc. As de processo
são aquelas em que se incluem as técnicas,
métodos e procedimentos utilizados
para se obter um determinado produto.
IBICT. Rede Nacional de Trasferência
e Difusão de Tecnologias Apropriadas.
Capturado em 17 Ago. 2000. On line. Disponível
na Internet . http:// www.ibict.br
TECNOLOGIA AMBIENTAL
- ver
Tecnologias Limpas
TECNOLOGIA APROPRIADA
- A tecnologia apropriada, em seu sentido
mais amplo, consiste na aplicação
sistemática de conhecimentos ( métodos,técnicas,
processos e produtos ) para a solução
de problemas identificados pela própria
comunidade, de forma a se evitarem efeitos
negativos sobre a sociedade, a economia, a
cultura e o meio ambiente onde será
aplicada. O conceito de tecnologia apropriada
se relaciona com a infra-estrutura de um país,
com as necessidades de seus usuários
e com o meio-ambiente onde ela flui e que,
dependendo dos objetivos, características,
atuação, dá a ela funções
específicas.
IBICT. Rede Nacional de
Trasferência e Difusão de Tecnologias
Apropriadas. Capturado em 17 Ago. 2000. On
line. Disponível na Internet . http:// www.ibict.br
TECNOLOGIA INDUSTRIAL BÁSICA
- engloba as atividades de metrologia,
normalização técnica,
regulamentação técnica,
avaliação da conformidade, tecnologias
de gestão e propriedade intelectual,
bem como os serviços de assistência
técnica, difusão tecnológica,
informação tecnológica
e de organização e gestão
de projetos de P&D.
Política Operacional
FINEP
TECNOLOGIA TANGÍVEL
- Ver
Aquisição de Tecnologia Tangível
TECNOLOGIAS LIMPAS - Define-se por Tecnologias
Limpas a utilização contínua
de uma estrutura ambiental integrada, preventiva
e aplicada visando a aumentar a eco-eficiência
e reduzir riscos para os seres humanos e para
o meio ambiente. As inovações
de caráter preventivo que consistem
tanto na redefinição dos processos
de produção quanto na de composição
de insumos e aquelas que substituem os produtos
altamente tóxicos por outros menos
tóxicos constituem exemplos de Tecnologias
Limpas.OCDE. Trade and Environment. 1995.
MAIMON, Dália.
Passaporte Verde: Gerência Ambiental
e Competitividade. Rio de Janeiro, Qualitymark,
1996. 120p.
TERMO DE NON DISCLOSURE
- Compromisso acionado por investidores
e empreendedores de não revelar ao
mercado as informações relevantes
obtidas de ambos os lados durante o processo
de negociação para a efetivação
de um processo de investimento de risco.
FINEP. Projeto Inovar : Glossário.
Capturado em 10 jul. 2000. On line. Disponível
na Internet. http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/glossario_CR.asp
TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA -
O termo "transferência de tecnologia"
refere-se mais ao processo de importação
de tecnologia . O proprietário da tecnologia
é protegido por um monopólio
legal, através do sistema de patentes
. A transferência de tecnologia só
acontece quando no processo os pré-requisitos
necessários são estabelecidos
e respeitados, ou seja : motivação
para que seja de fato transferida; recursos
financeiros suficientes para assegurar a viabilidade
do projeto; recursos humanos adequados (mão-de-obra
que garanta habilidades técnicas, gerenciais
e de produção). Envolve atividades
voltadas para a compra/absorção
de tecnologias nacionais ou estrangeiras consideradas
de interesse para a capacitação
tecnológica da empresa nacional e que
contribui para o desenvolvimento econômico
e social do país. No Brasil a transferência
de tecnologia se efetua através de
contratação tecnológica
e para que surta determinados efeitos econômicos;
o contrato deve ser avaliado e averbado pelo
INPI. Todos os contratos que impliquem transferência
de tecnologia, sejam entre empresas nacionais
e empresas sediadas ou domiciliadas no exterior,
por disposição legal, devem
ser averbados pelo INPI.
LONGO, W.P. Conceitos Básicos
sobre Ciência e Tecnologia. Rio de Janeiro,
FINEP, 1996.
INPI. Transferência
de Tecnologia. Capturado em 30 jun. 2000.
On line. Disponível na Internet . http://www.inpi.gov.br
TREINAMENTO - O treinamento é uma atividade
de inovação quando for necessária
para implantação de um produto
ou processo tecnologicamente novo ou aprimorado,
por exemplo, para que os trabalhadores da
produção possam identificar
a consistência desejada de um novo tipo
de iogurte em uma fábrica de alimentos,
para que um gerente de marketing possa entender
as características do sistema aprimorado
de freios em um novo modelo de carro para
preparar o lançamento no mercado, ou
para que o pessoal de escritório possa
usar programas diferentes do Windows após
a introdução na empresa de uma
rede de PCs baseada em Windows.
O treinamento em uma empresa
não é uma atividade de inovação PPT quando é
executado exclusivamente em relação
a uma "inovação organizacional",
ou "outra melhoria criativa de produto", ou
quando não está orientado para
um melhoramento específico de produtividade
no nível da empresa. Por exemplo, as
atividades seguintes não são
atividades de inovação PPT:
treinamento em métodos de produção
existentes para novos empregados, treinamento
geral de promoção individual
(supervisores, gerentes, etc.), treinamento
contínuo em computação,
aulas de idiomas.
OECD. Oslo Manual. Paris,
OCDE/Eurostat, 1997, cap.3, pag.47.
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